
O Circus Musicalis é uma companhia de arte contemporânea que concilia a música e a representação visual criando um espetáculo envolvente, repleto de vida, cor, luz, sombra e dança. Site Oficial: http://circusmusicalis.com.br/
leia o release completo
Fábio Cabelo (Todo o Meu Som) Duração: 01:30
A Segunda Asa Duração: 02:38
O Pefume (Cleiton Profeta e Fábio Cabelo... Duração: 03:29
Sempre Não é Todo Dia Duração: 02:31
Veja Você Mesmo - Muriel Szym Duração: 01:04
Veja Você Mesmo - Fábio Cabelo Duração: 00:33
Veja Você Mesmo Duração: 02:33
Alegoria do Sonho Duração: 02:13
Ensaio Circus Musicalis - Matéria Jornal... Duração: 01:51 ver mais vídeosLei RouanetQue tal acabarmos de vez com essa tal de Rouanet?
Pois é, lá vou mais uma vez falar sobre grana publica mal utilizada: desta vez envolvendo ninguém menos que o "sábio guru" Caetano Veloso:
"O Ministério da Cultura voltou atrás e autorizou os produtores do músico baiano Caetano Veloso a usar os benefícios fiscais da Lei Rouanet para bancar os shows de divulgação de seu último CD, o "Zii e Zie". A decisão foi publicada no "Diário Oficial da União" desta segunda-feira (22), assinada pelo secretário-executivo adjunto do ministério, Gustavo Carneiro Vidigal Cavalcanti.
A decisão encerra, a favor dos produtores de Caetano, uma polêmica que já dura um mês. No dia 21 de maio passado, a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), que analisa os projetos aspirantes ao benefício da Lei Rouanet, decidiu que o "Tour Caetano Veloso", no valor de R$ 2 milhões, não precisava de incentivo por ser comercialmente viável.
A decisão da CNIC foi revelada pela Folha, assim como a pressão da ex-mulher e empresária de Caetano, Paula Lavigne, para que o ministro da Cultura, Juca Ferreira, revisse a decisão e autorizasse o uso de dinheiro público, via renúncia fiscal das empresas patrocinadoras, para divulgar o show.
Em entrevista à Folha no último dia 12, Ferreira sinalizou que a decisão seria reformada, mas negou que Paula Lavigne o tivesse pressionado. "Ela não fez nenhum sauê, apenas ligou para mim e perguntou qual critério tinha sido utilizado para Caetano, que ela não percebia que tinha sido usado para outras pessoas."
Na ocasião, Juca disse à Folha que a Lei Rouanet não tem nenhum critério estabelecendo que os artistas bem-sucedidos não podem ter seus projetos aprovados. "No ano passado, quando eu intervim para aprovar o show da Maria Bethânia [a CNIC também tinha negado acesso da cantora à Rouanet], já tínhamos aprovado projetos da Ivete Sangalo, artista mais bem-sucedida comercialmente em todos os tempos. Não podemos sair discricionariamente decidindo, sem critérios."
A CNIC é um órgão colegiado que pertence ao Ministério da Cultura. O ministro pode, a seu critério, rever as decisões da comissão. O ministério informou, no entanto, que a decisão publicada ontem no "Diário Oficial" não foi do ministro, mas uma revisão da própria CNIC, à luz do compromisso dos produtores de Caetano de baratear os ingressos."
Pois é... já disse aqui mas vou repetir: Sabem, antes até que era legal, você decidia ser artista e montava uma banda, pintava um quadro, inventava uma peça ou até mesmo ficava pelas praças com os vagabundos filosofando e se funcionasse você e a sua banda ou trupe até poderiam ganhar algum dinheiro, conhecer umas meninas, ir na TV... essas coisas de artistas, mas se você não tivesse a mesma sorte que gente como a Vanessa da Mata e o Caetano Veloso teve você podia mandar um projeto para uma lei de incentivo fiscal e ficar mamando nas tetas do contribuinte, pois como diz uma amigo meu: "já que tão dando..."
Mas isso é apenas a ponta do icebergue...
O que rola é uma falta de ética generalizada, quase todos estes grupos de rock brasileiro, através de suas gravadoras e produtores, entre eles Titãs, Capital Inicial, Paralamas do Sucesso, Biquini Cavadão, Pyti, Jota Quest, etc e etc e etc, provenientes dos anos 80 e 90 adentrando os 2000, utilizam da mesma estratégia, por exemplo, no Ceará Music onde a grana aportada é imensa, ainda cobram ingressos caríssimos, tudo isto é lucro extra e só quem se apresenta são grupos de rock pop indicado por gravadoras.
Quando convidam artistas locais as condições são ínfimas e os jogam num tal de palco alternativo chamado de Nativos (bem que poderiam escancarar e chamar de Senzala), nos quintais do evento onde ninguém vai ver ou prestigiar.
E também as produções e gravadoras de Maria Betânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ivete Sangalo, Cláudio Leite, Roberto Carlos, Chiclete com Banana, entre outros artistas, realizam as mesmas estratégias, tem em média 2 milhões para seus projetos e os ingressos em seus shows variam de 70 a 200 paus, sendo que Roberto Carlos ainda tem os cruzeiros marítimos que custam fortunas e as bandas de axé music vão comendo da mesma forma e ainda cobram por seus abadás, uma espécie de fantasias ingressos por preço astronômico para participar das folias???
Ora, se isto tudo é feito com o dinheiro de impostos do povo, porque não oferecer as possibilidades para que o povo assista estes shows e eventos, que não são de graça, na verdade são ingressos que o povo já pagou, sem nem saber, e porque não têm acesso ??? !!!
E depois vem outros menos avisados a perguntar porque uns artistas somem da "mass mídia" e não gravam discos novos, e não estão em evidência, no cotidiano, não entender tudo isto é cegueira total, poderiam pelo menos ter um olho em terra de cegos.
Grande parte das chamadas duplas sertanejas, possuem fazendas, milhares de cabeças de gado, frigoríficos, restaurantes, e grande esquema de exportação de carnes para o exterior, etc, por si só ou pelos seus "sócios" que utilizam da isenção fiscal de impostos, que deveria ser para o bem de todos de forma coletiva, mas no entanto via "laranjas" que esta lei rouanet permite (não é a toa que foi criada no governo Collor), volta a servir para refinanciar os shows e vira essa coisa maluca o dinheiro volta multiplicado para os mesmos utilizadores com nosso suado imposto que pagamos desde da hora que acordamos à hora que vamos dormir, e até nas horas de sono.
E os projetos artísticos de financiamento de outras grandes empresas brasileiras e bancos e etc, com raríssimas excessões e isenções, também não ficam atrás deste descalabro.
O que está errado é a formatação geral desta lei que deixa ao cargo das empresas investidoras de nossos impostos, a escolha de qual projeto vão aplicar com aquilo que é nosso.
E se a tal Lei é de INCENTIVO A CULTURA fica a pergunta: alguém sabe se essa lei aprova ou já aprovou projetos de cantores ou artistas que além de não serem famosos , não tiveram dinheiro algum ? E que no final deu certo? Eu pelo menos até hoje não vi um caso sequer... mas posso citar centenas de casos de gente que vendeu casa, carro e apostou tudo em sua carreira e obteve retorno.
Pois é.
(Cleiton Profeta - 24/06/2009)
Postado por Cleiton Profeta às 17:59 horasQuando o CD apareceu um amigo escreveu que a música estava perdendo qualidade, pois antes um artista filtrava uma obra em 45 minutos e para encher um CD seria preciso 70 minutos, agora com 300 músicas em MP3 em um único CD a música foi parar de vez no segundo plano e é claro que eu sinto saudades de quando juntava dinheiro por quase três meses para comprar um disco, chegava com ele em casa escutava por dezenas de vezes atento a cada detalhe da capa, cada informação no encarte, quem tocou qual instrumento, onde... ligava para os amigos... é isso mesmo... um simples disco novo era motivo para uma reunião de amigos para claro: escutarem o disco. “Coloca a terceira do lado B”... mas as coisas sempre se transformam... sempre. Hoje fiquei sabendo que a comunidade "Discografias" (a comunidade de maior utilidade do Orkut) encerrou suas atividades devido à pressão da APCM. É sabido de todos que não há outro caminho além da democratização total da arte, não sou a favor disso e nem contra simplesmente é um caminho sem volta. Já aconteceu! Não adianta não há mais o que a indústria possa fazer contra. É pura perca de tempo. Todo mundo sabe que nunca os artistas lucraram muito com venda de discos e CD's, mas os sucesso destes lhes rendem boas temporadas de shows; ou seja quanto mais ouvida a música mais público em seus shows, maior a procura e consequentemente mais alto o cachê. Acho que o caminho que as gravadoras escolheram de jabá e imposição esteja chegando ao fim, os "Majores" estão com seus dias de glória no passado, hoje vivendo do resto com coletâneas, acústicos e DVD's. Lojas de CD vem se transformando em lojas de instrumentos musicais, lojas de produtos eletrônicos, padarias, isso quando não fecham as portas. Quem compõe uma canção quer que ela seja ouvida, cantada, sentida. Quem fabrica um CD quer que ele seja comprado, são interesses diferentes e cada vez menos esses dois vem caminhando juntos, bata ter um computador para entrar na internet e ver quanta gente boa, vem disponibilizando sua obra na net e falar sobre isso é como chover no molhado... Muitas vezes pessoas nos escrevem pedindo nossas músicas, sempre dávamos o link da "Discografias", mas hoje deixaremos ainda mais fácil aqui mesmo, na nossa comunidade. Disponível para quem quiser nos ouvir...
Postado por Cleiton Profeta às 14:35 horas
E todos dizem o oposto! Eu não, eu digo que no mundo dos sonhos tudo é impossível! Sonhos somente sonhos são. Desejos, vontades, fantasias tudo em forma de sonho...
...e se um dia um sonho se torna real ele deixa de ser um sonho! Mas todos dizem o oposto!
Postado por Cleiton Profeta às 18:14 horasMoro em Joinville uma cidade que poderia ter na entrada uma placa com os dizeres: “A natureza não precisa da arte, o amor não precisa do poeta” e aqui em Joinville menos ainda.
É notável e lamentável a política pão e circo que essa cidade possui, tem até um “Coliseu” (risos), a cidade não possui sequer uma companhia profissional de dança, mas os governantes insistem em chamar de “Cidade da Dança”... ok vamos esquecer os escândalos recentes envolvendo o tema, alias parece mesmo que todos já esqueceram. Não há um bar sequer que toque Jazz, banda de Jazz menos ainda... mas temos um festival de Jazz regado a dinheiro público logicamente. Sabem, faz pouco tempo que me tornei uma espécie de o ultimo-hipócrita-honesto, aquele que diz que se achasse uma mala de dinheiro devolveria, mas será que devolveria mesmo? Acho que só achando pra saber a resposta...
Depois de ler alguns artigos do Zé Rodrix, e alguns bate boca na internet sobre a má utilização do dinheiro público em editais de apoio a artes e Lei Rouanet e similares... não é tão difícil de se entender que os cofres públicos bancarem o CD ou o DVD de determinado artista nada mais é que investir na realização pessoal dele, um artista em nada é melhor que qualquer outro profissional, um médico ou um advogado, um vendedor... são profissões diferentes só isso. Não vejo então o porquê do governo ter que bancar uma peça minha ou um disco meu, se eu sou artista e nasci pobre ou não consegui me destacar no meio isso não é problema do contribuinte, alias se ele quiser me ajudar ele compra o meu CD ou vai ao meu show, mas o direito dele de escolha não pode ser decidido por uma banca que julga qual projeto deva ser agraciado, até por que o julgamento da arte é totalmente subjetivo! Claro que não sou tão radical, e acho que investir em Cultura é valido quando aplicado em estrutura ou em educação, mas para todos! Temos há 8 anos o Teatro Juarez Machado, acho que é o único teatro que já fui que não possui estrutura básica de som e luz, o que torna a produção amadora nele inviável. Então qual a lógica do município gastar mais de um milhão e meio todo anos com esse “edital de apoio às artes” sendo que com simples 100 mil se estruturaria o teatro para todos! Claro a essa altura algum beneficiado da Lei deve estar pensando: “despeito”, daí lembro tal beneficiado que minha ultima apresentação nos dias 27 e 28 de Setembro tiveram o impressionante número de 967 pagantes ( O Teatro possui 500 lugares sendo que vc tem que dar 30 cortesias (por dia) para o Bolshoi (façam as contas)) e isso porque ficou muita gente de fora!!! Levantei com a bilheteria, mais que a cidade oferece como teto nesses editais, mas foi o público que escolheu comprar o ingresso e isso é um direito que não pode ser negado! Assim como o risco de se produzir algo existe como existe risco em qualquer outro negócio!
A primeira grande invenção democrática do homem foi o controle-remoto a segunda foi o Youtube. E eu não quero o meu dinheiro sendo aplicado em peças das quais só os produtores e suas famílias vão assistir, quero meu dinheiro melhorando o precário ensino para que a guriada que hoje está na escola saiba decidir o que é bom ou ruim! Quero que o contato com a arte seja estimulado na escola para que haja discernimento nesse nosso povo tão carente dela. E falo de boca cheia, pois posso me gabar de ter sempre o teatro lotado inúmeras vezes durante os quase 10 anos de Circus Musicalis, e posso me gabar ainda mais de nunca ter utilizado dinheiro público para isso, e mais ainda (agora com louvor) de ter colocado ali dentro todo o tipo de gente, todo o tipo mesmo e acredito que isso é formar platéia! Pode ser pouco, mas para a cidade é muito! Falo isso, pois fui a uma estréia de uma mostra de Teatro no mesmo Juarez Machado e tive o prazer de assistir a um espetáculo maravilhoso, mas uma coisa me incomodou muito, na verdade duas coisas me incomodaram muito, quer dizer... três coisas: a primeira foi o discurso político antes da peça (aff) aquele papo de “A Fundação Cultura investiu” e blá blá blá a segunda foi a revelação da utilização de dinheiro público (seria mesmo necessário?) E a terceira foi quando o atual presidente da associação local de teatro pegou o microfone e perguntou para a “platéia”: “quem aqui é teatreiro? Ator, diretor, cenógrafo?”. E 99% da platéia ergueram o braço (isso sem contar que eu não ergui, pois estava intimidado e não me considero um “teatreiro”). Pensei: ta parecendo uma festa particular, será que eu fui convidado? E pra quem a esta altura do texto está pensando novamente que é despeito por eu nunca ter mamado nas tetas da prefeitura vai outro exemplo: existe um projeto que visa a “formação de platéia” que trousse artistas que sou fã confesso como o Oswaldo Montenegro e o Beto Guedes, no caso do Oswaldo os ingressos esgotaram e custava R$ 50, 00, agora eu pergunto que formação de platéia é essa? Pra usar dinheiro público se o show é pago com um ingresso no valor justo???
Antes que uma pedrada atinja minha cabeça, vou contar pra vocês que antes de ser contra a utilização desse tipo de verba enviei cerca de quatro projetos para esses editais e uma banca formada por três pessoas não aprovou nunca nem um deles, pois é uma banca formada por 3 pessoas decidiu que meu trabalho não era bom o suficiente, mas 947 pessoas decidiram o contrário e viva a democracia!
Recebo diariamente mails de todo o país de fãs do Circus oferecendo propostas de projetos e questionando o porquê de não irmos para Natal ou Belo Horizonte... e sempre respondo que se alguém comprar o espetáculo a gente leva. E sempre sou questionado sobre a possibilidade de utilizarmos a Lei Rouanet e a resposta para isso eu não tenho, pois em toda a minha vida nunca achei uma mala de dinheiro no chão para saber se a devolveria ou não.
(Cleiton Profeta - 14/10/2008)
Postado por Cleiton Profeta às 18:18 horasDIAS 27 E 28 DE SETEMBRO, VEJA VOCÊ MESMO NO TEATRO JUAREZ MACHADO, JOINVILLE SC ás 21:00
Informações pelo fone (47) 30286919.
Postado por Cleiton Profeta às 10:26 horas
Tempo Presente
Será que todo tempo é presente ?
Será que todo riso é vilão?
Não! O passado se desbota em vão
e a lembrança guarda o tempo em mim
como um roubo sem ladrão.
Não! O presente se despede assim
e o relógio escorre pelas mãos
como um eco sem ter fim.
"Eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza
deixemos de coisas e cuidemos da vida
se não chega à morte ou coisa parecida
e nos arrasta moço sem ter visto a vida
ou coisa parecida, ou coisa parecida...".
(Cleiton Profeta - Belchior)
Postado por Cleiton Profeta às 12:58 horasHippie Industrial
E o tempo passou, passou, passou
E eu fiquei vidrado na minha janela olhando p’rela
Sem saber que ela era a minha novela
Hippie industrial olha televisão
Hippie industrial não pisa de pé no chão
Eu tento perceber porque o tempo
Nos remove desse instante do presente
Que acontece sem descanso e apressado
A girar como a cabeça sem pescoço
E todo velho já foi moço ainda que não vá lembrar!
Hippie industrial olha televisão
Hippie industrial não pisa de pé no chão
Cleiton Profeta
Postado por Cleiton Profeta às 13:12 horasPARABÉNS PELAS CANÇÕES!!!
Acesse e confira NOVAS MÚSICAS:
www.palcomp3.com.br/andreyalencar
Desejo tudo de bom e muito sucesso.
muito bom seu som!!!
virei fã...
parabens...
o meu som é um pouco diferente!!!
www.palcomp3.com.br/betinhovasconcelos
valew
Bem legal o som de vocês hein, conheci a algum tempo nem fazia idéia de que vocês estavam por aqui, muito bacana continuem assim!
Iai galera! parabens pelo seu trabalho
Tem musica nova na aréa ..
Da uma ispiadinha aki http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/O-dred/
Grande abraço p/todos
Olá !!! Adorei esse projeto ... autêntico ; muito bom
Sucesso sempre e um grande abraço
Se possível acesso o meu : www.palcomp3.com.br/cristianocosta
muito legal galera .parabens pelo som
muito bom isso ai
Muito legal o som de vocês!! Parabéns e muito sucesso!!
Deus meu!
Esse som é MARAVILHOSO!
Quero vocês como meus parceiros!
Parabéns!
puts! muito massa pessoal,trabalho muito interessante,gostei muito.sou mais um fã de vocês,parabens,abraços e sucesso.
Ops!
Para ouvir as músicas deste artista você precisa ter o plugin flash ou atualizá-lo.
Loreena Mckennitt, Queen, Oswaldo Montenegro, Madredeus, Moonspell, Belchior, Beto Guedes, Dio, Blackmore's Night, Raices de América, Mercedes Sosa, Beatles .