
Metal sem fronteiras! www.drowned.com.br www.myspace.com/drownedmetal
leia o release completo
When to Kill is a Worthy Job (live 2003) Duração: 02:50
AK-47 Duração: 03:57
The Son Will Not Return Duração: 04:10
Back From Hell Duração: 02:37
The Fossil Target Duração: 04:11
Bio-violence Duração: 03:51 ver mais vídeoshttp://www2.rockbrigade.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=3010&Itemid=37
Por Antonio Carlos Monteiro
26 de fevereiro de 2007
Pode anotar no calendário: uma vez por ano, no máximo a cada ano e meio, pinta um novo disco do quinteto Drowned. Um dos principais nomes do thrash metal nacional, o grupo mineiro já gravou quatro álbuns e um EP nos últimos cinco anos – e o mais recente é Bio-Violence, petardo que reúne várias escolas do thrash, mas que mantém a garra e a virulência que sempre foram tão caras à banda. O trio fundador do grupo – Fernando Lima (vocais), Marcos Amorim (guitarra) e Beto Loureiro (bateria) – bateu um papo com a RB para falar do novo disco e da eterna guerra que é fazer heavy metal no Brasil.
ROCK BRIGADE – Bio-Violence é um disco curto, menos de 40 minutos. É pra lembrar os anos de ouro do thrash, quando os discos eram curtos, mas diziam tudo que tinha que ser dito?
FERNANDO LIMA – É mais ou menos isso [risos]. Na verdade, quando compomos um disco, não nos preocupamos muito com tempo e quando escolhemos as músicas que farão parte dele, priorizamos as que consideramos as melhores e excluímos as desnecessárias. Acho que assim o CD fica interessante do início ao fim.
BETO LOUREIRO – O disco não é curto, ele simplesmente vai direto ao que interessa. Não somos uma banda virtuosa para ficarmos fazendo discos com megaduração!
RB – A sonoridade também parece mais oitentista, pelo menos nas primeiras faixas. Depois, ele vai ficando com uma cara mais moderna. Mostrar esses dois lados do thrash foi algo intencional? E foi intencional também essa "divisão" do disco, com as primeiras faixas mais tradicionais e as demais mais modernas?
MARCOS AMORIM – Na verdade, só depois que a gente notou que tinha "para todo gosto". Não foi intencional. A gente queria fazer um disco variado, isso foi uma meta para nós desde o início. Porém, não tínhamos idéia de que as faixas pudessem realmente ficar tão diferentes umas das outras sem perder o pique do CD como um todo.
RB – Os timbres das guitarras me parecem mais "gordos" em relação aos discos anteriores. Essa foi uma mudança planejada no som de vocês?
AMORIM – Ah, isso foi [risos]! Quando a gente começou a conversar sobre como seria a timbragem, como o disco iria soar, uma das primeiras coisas que a gente definiu foi que seria um disco com guitarras orgânicas, gravadas com as mesmas válvulas com que fizemos o nosso disco de estréia, mas que soasse "grande" e que as pessoas, quando ouvissem, pudessem pensar: "Que legal, guitarras que parecem... guitarras [risos]!" É muito legal ver que você notou.
RB – Vocês sempre creditam o Marco Amorim como técnico de estúdio e a banda toda como produtora do disco. Como funciona uma produção feita a "dez mãos"? Não acaba em pugilismo?
AMORIM – [rindo] A gente até poderia brigar, mas ninguém leva ninguém a sério aqui! Na verdade, a produção do disco é feita da seguinte maneira: a gente discute o que tem de discutir antes, ajeita as músicas, faz pré-produções e quando vai gravar não tem mais no que divergir, é só executar bem o que a gente combinou. Em todos os nossos discos fizemos pré-produção, então, rola de uma forma bem democrática, seletiva. Acho que é o melhor jeito de trabalhar para nós. A minha parte, depois, fica apenas em conseguir os sons. Nem sempre é fácil, mas a gente vai quebrando a cabeça até dar certo.
RB – O disco tem algum tipo de conceito ou de "fio condutor" que estabeleça uma relação entre as faixas?
LIMA – O que eu acho que pode ser considerado um fio condutor é o fato de as músicas fazerem referências à violência, ignorância, corrupção e exploração dos países de Terceiro Mundo. Problemas do mundo e do Brasil, entre outras coisas. Mas cada música tem seu próprio tema individual e não fazem ligação direta umas com as outras.
RB – Vocês sempre colocaram frases polêmicas nos encartes de seus discos ("Não usamos tecnologia", "Agradecemos aos que nos odeiam" e por aí vai). Dessa vez, não tem nada nesse sentido. Por quê?
AMORIM – Na verdade, os discos anteriores falavam de coisas menos reflexivas, menos "urgentes" para o mundo atual. Então, essas frases expressavam o que a gente queria dizer em relação ao mundo "real". Nesse último, tentamos dar mais profundidade às letras e concluímos que seria interessante não colocar nada além de tudo o que já dissemos nos versos. Foi uma maneira que a gente achou de chamar atenção para as letras, porque, no nosso entender, são as melhores que já fizemos, são um alerta mesmo.
LOUREIRO – Olha, polêmicos são uns idiotas engravatados que querem aumentar os próprios salários astronomicamente. Nós apenas somos sinceros em nossas convicções! E também já incomodamos demais, por isso decidimos dar um tempinho [risos]...
AMORIM – [rindo] É, tem isso também.
RB – O álbum fecha com um trecho de O Guarani, de Carlos Gomes, tocado com violas. O que faz essa música num disco de heavy metal?
AMORIM – Queríamos algo acústico no final e que pudesse completar bem o tema da faixa Hypnosis Against The Tribes. Nós, brasileiros, costumamos ouvir essa música no rádio, já que é a introdução do programa A Voz Do Brasil, que para muitos é sinônimo de "desligue o rádio" ou "insira o CD". Só que é uma música muito rica, feita por um grande compositor e que a gente precisa valorizar. Tocamos aquelas violas para simbolizar o Brasil que "ainda aceita espelhos" e que, apesar de tudo, é bravo. Todos nós temos esperança de um Brasil melhor. Essa foi nossa mensagem e homenagem. Apesar de ser uma música clássica, as idéias se fundem e tornam o disco, no nosso modo de entender, ainda mais coeso.
RB – Como está sendo a repercussão do novo disco? Melhor do que a do anterior?
LIMA – Até o momento, está muito boa, estamos recebendo muitas mensagens positivas sobre Bio-Violence. Parece que cada vez mais pessoas estão gostando do álbum e acho que é justamente por ser um trabalho mais variado e, ao mesmo tempo, mais trabalhado.
AMORIM – Hoje, a gente tem um bom termômetro, que é a internet. Por ela, verificando os acessos, essas coisas, podemos perceber que o disco agradou gente que nunca tinha escutado a banda, o que é ótimo!
RB – A partir de 2001, vocês lançaram quatro discos de estúdio e um EP. Como se explica tanta produção numa época em que as bandas gravam um disco a cada cinco anos?
AMORIM – Na verdade, toda vez que a gente senta com o instrumento acaba saindo algo. Aí, a gente vai registrando as idéias, vai acumulando, fazendo mais, é um processo que não pára. Eu acho que se um músico diminui o seu ritmo, acaba "enferrujando". A nossa tática é sempre fazer música, sem dar pausa. Há bandas que só após as tours se reúnem para começar a compor um novo trabalho. Não é nosso método. Outro lance é que a gente não tem medo: conheço músico que fica pensando no que os "outros" vão pensar, no "estilo" e tal. Nós não perdemos tempo com isso, o som do Drowned nada mais é que um reflexo da nossa personalidade enquanto banda, então, não tem sentido "teorizar" em cima, basta que sejamos nós mesmos o tempo todo, disco após disco.
LIMA – Isso pra nós é parte da diversão [risos]! É o que nos mantém vivos e sempre na ativa. Como o Marcos disse, estamos sempre compondo. Temos idéias para o Drowned o tempo todo.
Postado por Fernando Lima às 10:38 horas
É com muito orgulho que venho até você, informar que a minha banda, Errana, esta em 1º lugar banda Gótica (Brasil e Portugal) no site palcomp3.
Ouça Errana:
http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/errana/
ou
Bjo, Winny.
E ai galera blz? bom som de vocs! passa lá no nosso e da uma sacada! flwwwwwwww
dae galera ..massa o som...sucesso...
...SEMPRE QUALIDAE E PANCADA, UMA DAS MELHORES BANDAS "PESADAS" DO PAÍS, SORTE E SUCESSO SEMPRE!!!
É isso ai rapaziada o metal nacional é realmente muito bom e vocês estão ai para
provar isso, parabéns o som de vocês é FODA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Puta som! Muito galera
Ouvia falar de vcs, e agora vi que é bom mesmo
Um abraço da banda Cancro Hematófago
www.palcomp3.com.br/cancrohematofago
Valeu!!!
poha vei eu sempre escuto as bandas e aqui e tal, mais vcs sao umas das melhores que eu escutei ate agora......
abraço !
puta som.. banda com qualidade musical e produção. Parabéns galera.
visite nosso palco www.prellude.palcomp3.com.br
sucesso
abraço
Olá pessoal, sou o sergio moraes da rádio online musikall fm. Peguei uma musica de vocês aqui no site para colocar em nosso programa de rock, Rota Alternativa, que vai ao ar todo fim de semana. então fiquem ligados que em breve rola vcs por lá valeu?
abraço pessoal
nosso link:
ae galera parabens sempre acompanhei som de vcs quando vcs vão fazer shows no interior de sp? parabens
Ops!
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