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Experiencia.


Comentários e Recados

Rinor em 04/05/2009Belo Horizonte · MG

Peso morto

Sinco sentidos

Pra descobrir

Descendo ou caindo

Pra me convencer do que está por vir

Peso, e sem pulso

Pra carregar

Caindo ou descendo

Pra me enganar do que estar por vir

Me convencendo

Sem eu quere

Caindo em sono

Me pergunto porque

Por isso sozinho sempre a perguntar

Pintura de mundos

Esboços sempre a faltar

julinhodoviolao em 09/04/2009Ibirarema · SP

valeu abraços julinhodoviolao

Rinor em 05/04/2009Belo Horizonte · MG

O fanático e o pecador

Esperando como um sonhador

Mastigando os seus sonhos, na contramão

Castigando todos ao seu redor

Apontando erros e um pecador

Sem pensar no que é certo, so a seguir

Na poeira das palavras de um pensador

Ele anda sem onde ir

Rastejando sobre as tração sobre a dor

Todos fracos, todos mudos ao seu redor

Com palavras sem sentido sem explicação

Rinor em 05/02/2009Belo Horizonte · MG

Nosso silêncio

Dois olhos um, um pensamento

Me sinto bem, só de olhar

Passos as tardes, esperando

Para, descansar

Deitado aqui, não estou sozinho

É melhor, encaras

Não nasci, pra andar sozinho

Tardes mais tardes, não quero parar

Perdi as horas, os meus caminhos

Todos, a reencontrar

Já acreditei, que tudo estava escrito

Sentado, a contemplar

O meu futuro, não tem nada a ver com aquilo

Que empunhei, no meu pobre altar

Só quero paz, chafariz perdidos

Uma casa, pra descansar

Refrão:

Posso sair no mundo

Mas nunca vou encontrar

Nosso silêncio profundo

A paz, de um mundo, sem paz

Rinor em 05/02/2009Belo Horizonte · MG

Sedado para caçar

Pedaços, me pedem pra fugir

Cansado, de me procurar

Sedado, pra poder lutar

Caçando, pra poder dormir

Com os meus metais de frente pra TV.

Pesado, pra entender a dor

Sem forças, sem poder mudar

Sozinho, com minhas idéias

Pra todos, um louco em solidão

Andando, sem mudar a direção

Caindo, sabendo porque

Parando, olha a contra-mão

Fugindo, mas pra onde ir

Me conte mais uma mentira por favor

Rinor em 05/02/2009Belo Horizonte · MG

Vertigem

Odeio as flores dos homens

A beleza dos velhos

O belo que pregam

E a vida que quero

Odeio as mentiras da arte

A internet e as pequenas cidades

As meninas com libido nas unhas

E a poesia da chuva

Odeio o tempo e a morte

A impotência da mente

As deficiências do corpo

E tudo que muda

Não quero ser um fantoche

Brincar de ser Dom Quixote

Por favor me contem a verdade

Não, não brinquem comigo

Porque eu não sou

Eu não sou de vidro

Rinor em 05/02/2009Belo Horizonte · MG

Sem pretensões

Nuvens pesando

Fecho a porta

Pra multidão

Criança sorrindo

Paro no tempo

Almofada e colchão

Respiro fundo

Sinto sua pele

Deitado em algodão

Esqueço as poses

Faço o que faço

Só mais um som

Refrão:

De tantos outros

Cheguei tão perto

Blom Blom Blom Blom

Perdi tanto tempo

Procurando formular

Parecia tão bom

Agora sinto

Deitado aqui

Sem pretensões

Olhos nos olhos

Cheiro de talco

Som pelo som

Se não me entende

Não vou te explicar

Sem pretensões

Refrão:

De tantos outros

Cheguei tão perto

Blom Blom Blom Blom

Rinor em 24/12/2008Belo Horizonte · MG

Morto pra partir

Vou partir por que

Não posso mais sorrir

Sempre que lembrar

Do que passou aqui

Pode até chover

Mas não há mais

o que fazer por mim

Saio cedo com pressa

Me escondo do que fiz

Como um tolo

Atirando as cegas

Embriagado

Pelo ódio que inventei pra mim

Refrão:

Morto por mentiras

Morto pra partir

Rinor em 20/11/2008Belo Horizonte · MG

O castelo de areia

Tudo pisca tudo passa de repente

Nada para nada foi ruim

A memória perde os instantes

Esquecidos para mim

A infância que passou tão de repente

E não lembro o que sobrou dali

Já fui jovem, acreditando em serpentes.

Que voavam no jardim

Refrão:

Tempo passa um castelo de areia.

Que se esforça a acreditar

Que as ondas são tão fracas

Que os seus muro nunca iram quebrar

Já maduro tudo é tão diferente

Não consigo acreditar

Mesmo assim tenho dívidas que consomem

Os meus sonhos vêm roubar

As saídas se fecham logo em frente

Já não da pra derrubar

Só por medo de me perder tão quente

E na crença que a lucidez vai me salvar

Refrão:

Tempo passa um castelo de areia.

Que se esforça a acreditar

Que as ondas são tão fracas

Que os seus muro nunca iram quebrar

Rinor em 16/09/2008Belo Horizonte · MG

Aqui é o meu lugar

Pela janela um dia frio

Acordo tarde chuva a cair

Faço um café são 11:00 horas

Aguardo sozinho o telefone tocar

Não tenho pressa o dia é frio

E aqui é o meu lugar

Cheiro de terra já bem molhada

Ventos leves entram na sala

São só promessas de um dia calmo

As arvores me dizem que é para me acalmar

Não tenho pressa o dia é frio

E aqui é o meu lugar

Jul · Jun · Mai · Abr · Mar · Fev · Jan
2009 · 2008

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