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Hammurabi

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Hammurabi

A mais nova revelação do metal mineiro!!! Novos integrantes, novas músicas e o velho jeito mineiro de se fazer metal!!! Lançando seu mais novo Vídeo Clip "Shelter of Blames"!!! www.hammurabi.com.br

leia o release completo

Blog

Quarta, 01 de julho de 2009

Video Chat Mondo Metal

Confira o bate papo que Daniel Lucas e Críslei Rodrigo tiveram com os telespectadores do Mondo Metal, e de quebra ainda assista o video clip Shelter of Blames, que foi lançado com exclusividade no dia 24 de Abril ao vivo no Portal Uai.

Part 1

Part2

Part3

Postado por Hammurabi às 19:43 horas
Sexta, 15 de maio de 2009

hammurabimetal

Postado por Hammurabi às 08:40 horas
Quinta, 23 de abril de 2009

hammurabimetal

Postado por Hammurabi às 23:52 horas
Quinta, 02 de abril de 2009

Por Ben Ami Scopinho | Em 25/03/09

Surgindo das cinzas do Gestalt, os mineiros de Contagem vêm fazendo barulho desde o final de 2004, quando deram início ao Hammurabi. Depois de dois anos a banda liberou uma demo com apenas duas faixas, mas suficientes para chamar a atenção do público de seu estado e conseguir uma repercussão bastante positiva por parte da mídia especializada nacional.

Com a experiência conquistada através de apresentações com grupos como Krisiun, Andralls, Drowned e o equatoriano Total Morte, chegou a vez de seu mais novo registro, "Shelter Of Blames". Apesar da modéstia em apresentarem apenas quatro canções inéditas, o repertório segue ainda com dois bônus e uma faixa interativa com diversos materiais – biografia, vídeos e fotos da banda – que não deixa de ser uma boa forma de se aproximar do público.

A maturidade das novas composições é tal que as tornaram ainda mais viscerais, cuja fusão de Thrash, Death e Hardcore apresentam aquela pegada consistente e sem frescuras, mas nunca negligenciando totalmente a boa e velha técnica. Os destaques ficam por conta da galopante “Shelter Of Blames” e da excelente “The End Is Near”, com grandes riffs e contando com a participação especial do vocalista Fernando Lima (Drowned).

Com um belo projeto gráfico, "Shelter Of Blames" é um EP esforçado e que cumpre a função de ser um cartão de visitas para se conseguir um apoio efetivo de algum selo para gravar seu primeiro CD completo. Um bom trabalho!

Contato:

http://www.myspace.com/hammurabimetal

Postado por Hammurabi às 01:21 horas
Quinta, 19 de março de 2009

Hammurabi - Shelter Of Blames

Dois anos se passaram desde o recebimento do demo "Submersos" e a Hammurabi resolveu dar mais um passo, lançando "Shelter Of Blames", registro composto por quatro músicas inéditas, duas publicadas em 2007 e uma faixa multimídia com vídeos e fotos.

Desde o primeiro contato que tive com a banda, houve alteração na formação, sendo que o guitarrista Wagner foi substituído por Danilo e Josias, porém, a proposta de fazer Death Metal continua intacta, aliás, ganhou mais maturidade. Os vocais continuam agressivos, porém, mais nítidos. As linhas de guitarras estão mais empolgantes e o trabalho da "cozinha" mais preciso.

Assim como no passado, em "Shelter Of Blames" houve preocupação com a apresentação e observei capricho desde a capa até a organização do encarte. Gravação, mixagem e masterização melhoraram consideravelmente, mas ainda faltam pequenos ajustes para chegar no nível dos atuais destaques do cenário underground.

A banda é promissora e executa um trabalho de qualidade. Se a evolução observada entre os dois materiais recebidos prosseguir, o debut certamente surpreenderá e poderá por a Hammurabi na lista de grandes nomes nacionais.

Por Cristiano "Frank" Gonçalves

Postado por Hammurabi às 08:43 horas
Terça, 10 de março de 2009

Hammurabi é um banda mineira formada em 2005, mas embora Hammurabi seja um banda jovem a primeira impressão que tenho é que estamos diante de uma banda com um futuro promissor, pois “Shelter of Blames” apresenta uma banda que tem preocupação com todos os detalhes: ótima arte gráfica, excelente qualidade de gravação e composições fortes mostrando uma banda com identidade própria. Hammurabi é raivoso, cru, potente, pesado e preciso. “Shelter of Blames” é composto por composições furiosas, mostrando um Thrash Metal técnico desenvolvido com muitas variações sonoras, sendo peso e velocidade uma constante desenvolvida por riffs e bases poderosos. O timbre dos instrumentos é primitivo e sujo, porém a qualidade de gravação engrandece a potência sonora enquanto uma muralha de puro Metal é alicerçada com fundamentos distintos que estão fundidos através de excelentes sonoridades. E o jovem Hammurabi já demonstra em “Shelter of Blames” competência e técnica de uma banda veterana! Fiquem atentos, Hammurabi está apenas começando! (Fernando)

http://www.psychosisdeath.com.br/resenhas.php?banda=Hammurabi

Postado por Hammurabi às 14:46 horas
Terça, 18 de novembro de 2008

Por Reynaldo Trombini

01 de novembro de 2008

Cinco atrações que variavam do Folk ao Death Metal agitaram o underground mineiro e marcaram o festival batizado de ‘The Mystical Cave’, evento ocorrido no último dia 18/10, no Matriz, em Belo Horizonte. No cast as bandas Dark Suffering, Ansata Cross, Hammurabi, Lothlorÿen e Skaldic Soul.

E toda a ecleticidade que rodeou o “The Mystical Cave” parece que serviu também para atrair um bom público naquela noite, fator que nos leva a acreditar que a divulgação adotada para o festival foi certeira, além de bastante organizada.

A primeira banda a tocar foi o Dark Suffering, uma das atrações que trouxeram peso e agressividade em suas faixas, influenciadas por bandas como Cannibal Corpse, Deicide e Belphegor, dentre outras. O grupo formado por Ítalo Pereira (vocal), Claydson Silva (guitarra), Ulisses Maldonado (guitarra), Willian Apolônio (baixo) e Bruno Jorge (bateria) não se deu ao luxo de executar covers e aproveitou cada minuto que teve direito com um set composto por seis composições próprias. Durante a apresentação, faixas como ‘Rise of Death’ e ‘Fall of the Christians’ trouxeram à tona uma atmosfera impulsionada por variados riffs, baixo preciso e muita, muita bateção de cabeça.

O grupo formado no final de 2006 parece estar preparado para o lançamento de um disco oficial, conforme menciona o vocalista Ítalo Pereira. O músico informa que algo está previsto para o primeiro semestre do próximo ano. Por enquanto a impressão das canções ao vivo é a das melhores, tanto que vários solos de Claydson Silva agitaram o primeiro show, que ainda contou com boas viradas na bateria de Bruno Jorge e resposta positiva da galera. Para fechar a primeira apresentação, surge ‘Cultus ad Víscera’ e a pesada ‘Dark Suffering’, faixa que leva o nome da banda e parece representar bem toda a ferocidade que corre na veia dos músicos. Para um festival eclético como o ‘The Mystical Cave’, o grupo correspondeu e mostrou que mais apresentações em BH, não seria uma má idéia, principalmente para os fãs das influências citadas anteriormente.

Difícil imaginar que após um show “brutal” como o do Dark Suffering estaria no palco o Ansata Cross, tudo porque a banda segue outro direcionamento, totalmente distinto da primeira atração. Na divulgação do evento a banda aparece como tendo um estilo curiosamente rotulado de metal com atmosfera mística e influências egípcias, mas, para não complicar fica mais fácil dizer que o grupo formado por Aline Hrah Maat (vocal), Nayara Sat-Ra (teclado e backing vocals), Danilo Amon-Ra (bateria), Ricardo Heru-sa-aset (guitarra) e De La Vega Tjati (baixo) carrega canções com bastante melodia, vocais líricos e linhas de sintetizadores.

Em várias faixas próprias a banda mostrou bastante animação, um instrumental encorpado e ainda trouxe uma convidada especial, trata-se de Miriam Lacerda, que atua em uma banda cover de Arch Enemy. A vocalista realmente nos fez lembrar de Ângela Gossow, nas canções que atuou. Uma delas o interessante cover de ‘Pursuit Of Viking’ (Amom Amarth). Mas o bom mesmo de todo o show é apreciar como as faixas próprias do Ansata soam bem ao vivo, em canções como ‘Egyptian Arcani’ e ‘Implicit Dawn’ o grupo animou bastante o público mais próximo ao palco. Logo em seguida a banda anuncia a "saidera" com ‘Anguish Eagle’. Um show com muitos direcionamentos, ora com momentos mais pesados, ora com agradáveis passagens melodiosas unidos a boas linhas de vocais de Aline Hrah Maat. A noite estava mais do que interessante!

E não tinha porque mudar, afinal, subiria em instantes um dos grandes nomes da atualidade mineira. Com um palco incrementado por faixas e placas com o logo da banda, o Hammurabi mais uma vez trouxe canções de seu novo disco “Shelter of Blames”. O quarteto formado por Daniel Lucas (baixo e vocal), Crislei Rodrigo (bateria), Danilo Henrique (guitarra) e Josias Martins (guitarra) está cada vez mais “afiado”, com ótimo entrosamento e um Death Metal qualificado. Não faltou entusiasmo na canção ‘Avatar’, que abriu o show e ainda em todo o decorrer do set escolhido. Após ‘Fools’ e a antiga ‘Submersos’, o baterista Crislei Rodrigo apimentou o show com um breve solo, rapidamente aplaudido pela platéia, que pôde acompanhar durante alguns minutos toda a destreza que acompanha as baquetas do Hammurabi, com viradas velozes e boa dose de versatilidade.

O vocalista e baixista Daniel Lucas fez questão de agradecer a todos os presentes, além de mostrar ótimo desempenho em ‘Shelter of Blames’ e na excelente ‘The end is Near’, canção que fechou a apresentação. Um show digno de quem vem ganhando boa repercussão, munido de um Death Metal encorpado, trabalhado e furioso. A jornada vem sendo trilhada da melhor forma possível.

Dada como uma das principais atrações da noite, o Lothlorÿen veio de Poços de Caldas/MG para mostrar seu som rotulado de ‘Folk Metal’, nomeação já tradicional no ramo da música pesada. O grupo realmente faz jus à especificação sonora e trouxe para BH um show bastante animado e certa dose de experiência, com canções que foram acompanhadas a risca pelo público, o show também serviu como lançamento para o CD “Some Ways Back no More”. Tanto que o set se baseou no novo trabalho e ainda trouxe um cover, trata-se de 1776, do Iced Earth.

Muito entusiasmo, metal ao maior estilo “Tuatha de Dannan” e interação com a platéia marcaram a quarta atração da noite, que tem em sua formação atual os músicos Léo Godde (teclado), Marcelo Benelli (bateria), Michel Aguiar (baixo), Leko Soares (guitarra), Tim Alan (guitarra) e Leonardo Oliveira (vocal). O interessante que ao decorrer de canções como ‘My Mind in Mordor’ e ‘Hobbits' Song’, por exemplo, o quinteto atraiu a atenção unânime de quem acompanhava o show, tornando aquele um grande clima de confraternização entre banda e público. O grupo formado em 2002 está vivendo uma grande fase, com composições que soam muito bem ao vivo e várias datas marcadas. Uma delas foi a abertura para o Symphony X em Curitiba, sem contar alguns shows marcados no mês de setembro. Merecido!

A última banda do evento foi o Skaldic Soul segue uma linha parecida com a da atração anterior, e ainda carrega como artefato covers dos alemães do Blind Guardian. Mas o set variou, tanto que o grupo formado por Rogério "Näita" Malgor (vocal), Lui Marestoni (guitarra), Matheus Baren (guitarra), Lucas Bresciani (baixo), Odair Otávio (teclado) e Guilherme Torrezin (bateria) iniciou o show com a boa canção própria ‘Paths in The Highlands’, mas não tardou para que os fãs do Blind Guardian pudessem se animar um pouco mais, ‘Into The Storms’, ‘Brigh Eyes’ e ‘Script for My Requiem’ se revezaram com as animadas composições do Skaldic Soul e fizeram à tona de toda a apresentação.

Acompanhado em alguns momentos por uma flauta, o vocalista Rogério fez questão de agradecer aos que compareceram. Antes que o cansaço se tornasse mais aparente, a banda executa uma boa versão para o clássico ‘Mirror Mirror’ do Blind Guardian. Mesmo sendo desconhecido aos olhares de alguns presentes, o Skaldic Soul conseguiu superar o fantasma de encerrar um evento que varou a madrugada, com um bom artefato canções empolgantes. Uma atração que tem tudo para ser aprovada novamente em uma nova visita a capital mineira.

Vários estilos em apenas uma única noite marcaram a edição do “The Mystical Cave”, um evento com ampla divulgação e boa organização, além de atrativos nomes do underground mineiro. Esperemos agora as próximas edições!

Postado por Hammurabi às 20:15 horas
Segunda, 03 de novembro de 2008

Entrevista ceddida ao Metal Clube

Por Reynaldo Trombini

01 de novembro de 2008

Os belorizontinos do Hammurabi ainda sentem o efeito da boa repercussão do disco “Shelter of Blames”. O grupo recentemente abriu a apresentação do Sodom em BH e ainda vem se apresentando com freqüência, levando seu encorpado Death Metal para cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. O Metal Clube conversou com o baixista e vocalista Daniel Lucas, que nos contou bastante coisa sobre a banda.

Metal Clube – Olá Daniel, agradecemos o tempo concedido para nossa equipe. Há tempos já estávamos planejando essa entrevista.

Daniel Lucas - Eu, em nome do Hammurabi, é que agradeço pela oportunidade.

Metal Clube - Já há alguns anos o Hammurabi luta arduamente contra os “contratempos” do underground e atualmente parece colher os frutos de um trabalho fincado em muita dedicação. Primeiro gostaríamos que nos contasse algumas dificuldades do início da carreira. Boas lembranças daquela época?

Daniel Lucas - Sim, ótimas lembranças. Como a maioria das bandas, passamos por uma fase de amadurecimento e grandes mudanças no line-up, inclusive com duas migrações minha nesse processo. No início eu tocava guitarra, nesta época tínhamos o nome Nightmare, mas não tivemos grande sucesso, já tínhamos uma seriedade em relação ao trabalho autoral, mas fizemos apenas um show.

Depois disso, assumi os vocais e montamos a Gestalt, que começou como trio. Ainda nesta época, o Wagner Oliveira entrou com a outra guitarra e realmente contribuiu para que tivéssemos um crescimento considerável, fizemos vários shows, mas ainda sem grande visibilidade e logo conquistamos certo público. Pouco depois o Johnny (atual baixista) saiu e tivemos um retrocesso abrupto. Acho que sempre convivemos com altos e baixos com freqüência. Então tivemos a idéia de mudar tudo e logo eu assumi os graves, daí então nasceu o Hammurabi como a maioria conhece e pôde ver durante sua evolução. Isso nos ajudou bastante a entender o que queríamos e o que precisávamos para chegar onde estamos e o que ainda almejamos.

Metal Clube – O primeiro registro da banda foi o EP Submersos, contendo apenas duas faixas. Mesmo com um trabalho bastante enxuto em mãos a banda conseguiu passar seu recado. Como você avalia o resultado do EP Submersos? O real intuito do EP era apenas dar uma prévia do que estava por vir? Afinal, ele só tinha duas canções.

Daniel Lucas - Foi interessante saber que com pouco, poderíamos alcançar muito. Nossa intenção com este trabalho foi exatamente se expor para o mercado nacional, inclusive por isso as duas músicas possuem letras em português. Era algo que nós discutíamos bastante e acabamos fazendo os shows de divulgação de Submersos com todas as músicas cantadas em português e alguns covers para incrementar o repertório. Tivemos a oportunidade de tocar em cidades próximas, fora do estado e ainda tocar em um evento que trouxe um dos grandes nomes do metal nacional, o Krisiun, além de várias outras bandas do underground nacional. E já nesta época, tivemos a oportunidade de compartilhar o palco com uma banda latina muito boa, o Total Death.

Ao mesmo tempo, todas as oportunidades surgiram pela boa crítica do trabalho, zines e revistas no quais enviamos este trabalho. Recebemos os convites e fomos mostrar o nosso trabalho. Mais do que isso, apesar de Submersos ter apenas duas músicas ele se mostrava bem mais profissional do que outros trabalhos do mesmo porte. Acho que percebemos a velha máxima de que qualidade é melhor do que quantidade.

Metal Clube – Falando agora do disco “Shelter of Blames”, que conta com quatro novas faixas e ainda as duas canções que compunham o EP Submersos. Antes de qualquer coisa, gostaríamos que nos falasse sobre as principais diferenças entre os dois trabalhos, tanto em termos de musicalidade como em termos de amadurecimento.

Daniel Lucas - Realmente os dois trabalhos possuem características marcantes, a começar pela linguagem. Submersos tinha a intenção de falar diretamente com o público brasileiro e de maneira bem crua. Não pensamos em sua exposição no mercado internacional, como disse anteriormente. As gravações, apesar de bastante superiores a materiais similares, estão bem a quem do que foi feito em Shelter of Blames.

Outra característica importante é que este novo trabalho marca a entrada de dois novos guitarristas simultaneamente, sendo que a produção de Shelter of Blames foi a primeira demanda deles. Tivemos bastante trabalho nos rearranjos, pois as músicas estavam praticamente prontas e algumas delas já faziam parte do set show dos últimos shows que fizemos divulgando Submersos, portanto, compostas para funcionar para uma guitarra até então.

Mais do que em sua produção nas gravações, Shelter of Blames se diferencia por todo o cuidado em sua apresentação. Buscamos uma linguagem que hoje se reflete em tudo o que fazemos enquanto banda, refletindo unidade e coerência, junto ao público, desde o CD (encarte, sessão multimídia, fotos) , passando pela presença on-line (site, Myspace, Orkut, etc.) até a visualidade do show.

Metal Clube – O grupo também nota uma diferença de receptividade quando compara a época do lançamento da demo, com a do lançamento de “Shelter of Blames”?

Daniel Lucas - Acho que é inevitável uma diferença, seja de maneira boa ou ruim, sempre vai existir. Até então, só tivemos boas experiências em relação a receptividade desse novo trabalho. Todos que tiveram contato com Shelter of Blames, seja o show ou o CD, enxergam grande evolução no nosso trabalho.

Metal Clube – O grupo disponibilizou o vídeo clipe da música “The End is Near”, na qual participa Fernando Lima, vocalista da banda Drowned. Conte-nos um pouco sobre toda a produção do clipe e sobre a escolha de Fernando como convidado.

Daniel Lucas - Fernando Lima além de ser um dos grandes nomes do metal mineiro e nacional é um grande amigo, estudamos juntos algumas matérias na faculdade e sempre conversamos bastante sobre metal. Devido a sua proximidade, inclusive na produção do trabalho, pensamos em convidá-lo para uma participação e ele aceitou prontamente.

Em relação ao clipe, fizemos praticamente uma compilação das gravações onde queríamos mesmo ter o registro do trabalho. Não tivemos uma produção direta e sim, uma pós produção. Diferentemente do que está acontecendo agora em relação ao clipe oficial da faixa título de Shelter of Blames, onde estamos seguindo alguns preceitos básicos da produção audiovisual. Em breve, estará disponível para todo o público conferir!

Metal Clube – Falando um pouco mais sobre as apresentações, o grupo recentemente abriu o show da banda Sodom em BH, junto com os cariocas do Farscape. Certamente um dos grandes passos do Hammurabi, não é? Conte-nos detalhes e expectativas para aquela ocasião.

Daniel Lucas - Foi uma experiência ímpar. Acompanhamos toda a passagem de som do alemães e eu ainda tive a oportunidade de conversar alguns segundos com o Oliver, produtor da banda, que recebeu nosso MCD elogiando-o imediatamente “This cover is wonderful”, fiquei bastante feliz porque o trabalho, pelo menos superficialmente, agradara um gringo e não temos muito feedback desse nicho.

Podemos citar o próprio público que nos recebeu calorosamente, ficamos bastante tempo sem tocar em BH e acabamos fazendo vários shows fora antes mesmo do lançamento em nossa terra natal.

Em relação ao Farscape, eles são realmente ótimos e acredito eu passavam pela mesma realização por tocar com o Sodom, em contrapartida eles são bem mais experientes do que nós. Trocamos muitas idéias sobre o Rio de Janeiro, pois em pouco menos de um mês, nós é que estaríamos na cidade deles. Foi bem legal!

Metal Clube - Pelo que sabemos, o grupo tem se apresentado em diversas localidades brasileiras com boa aceitação. Explique-nos como é levar o nome de MG para as outras cidades? Como anda a estrutura para shows nas cidades de RJ e SP?

Daniel Lucas - Representar Minas Gerais no cenário metal envolve muita responsabilidade, talvez o público belo horizontino não tenha essa noção, mas somos muito mais exigidos por toda nossa história e representatividade ao longo dos anos com grandes nomes, mas de qualquer forma, por onde passamos existe muita agitação e euforia, talvez mais do que em BH. Acho que o pessoal das outras cidades tendem a acreditar que pode existir outras grandes bandas nascendo do “berço” e ao mesmo tempo não sinto essa mesma receptividade do público mineiro. Existe desvalorização e preconceito ao mesmo tempo em que existe o contrário. É um terrível paradoxo que culmina em pouca aceitação, diferentemente do que acontece com alguns movimentos que são aplaudidos daqui em relação as bandas da Bay Area e do norte da Europa.

Em relação as estruturas, realmente variam de cidade para cidade. Existem lugares onde a cena sobrevive e outros onde ela respira. Tocamos em várias cidades do interior paulista onde tínhamos o mínimo em relação ao equipamento e onde tínhamos o melhor. As capitais até agora, se mantém como as principais estruturas e podemos avaliar até mesmo pela condição financeira e social de cada lugar. Não podemos exigir muito, queremos tocar para o maior número de pessoas possível e mostrar aquilo que sabemos fazer.

Metal Clube – Quais os planos para o futuro?

Daniel Lucas - Atualmente trabalhamos na produção do clipe de Shelter of Blames e aguardamos o fechamento de algumas datas em outras cidades e estados. Esperamos terminar a divulgação de Shelter of Blames e partir para o lançamento do debut. Estamos em processo de composição constante, portanto, sejam nos shows ou mesmo através da internet, vamos mostrar algumas prévias do que vem por aí, de imediato, uma das novas composições, Urban Exodus, que foi executada em alguns shows teve seu registro com um vídeo no show com o Sodom e está disponível para visualização no youtube.

Metal Clube – Daniel, agradecemos a entrevista. Deixe um recado para nosso leitores e para aqueles que ainda não conhecem o Hammurabi.

Daniel Lucas - Primeiramente gostaríamos de agradecer a oportunidade em nome do Hammurabi e parabenizá-los pelo ótimo trabalho desempenhado na expansão do metal de maneira geral, através de um conteúdo coerente e enxuto. Aos leitores de Metal Clube, esperamos que estejam todos realmente interessados em saber mais sobre musicalidade e metal e principalmente apoiar àqueles que lutam a frente das bandas. A cena necessita da participação de todos, bandas, bangers, jovens, adultos, mas que principalmente estejam longe de preconceitos e fundamentalismos. Nos vemos na estrada!

Postado por Hammurabi às 17:27 horas
Quinta, 25 de setembro de 2008

14/09/2008 - Sodom: a velha escola alemã de volta a BH

Domingo. Almoço familiar, churrasco com os amigos, sítio, clube, boteco, namoros, agonias com o time de futebol preferido ou a simples prática lúdica e amadora do esporte, dentre outras atividades características do dia. Que tal acrescentar uma boa dose de cevada, torcicolos, hematomas e decibéis em porções nada homeopáticas? Pois é, o último domingo foi mais uma página na inexorável história do Heavy Metal mineiro. Belo Horizonte abriu as portas, mais uma vez, para a lenda alemã Sodom, um dos bastiões do Thrash Metal mundial, com mais de vinte anos de história e estórias. O evento ocorreu no Lapa Multishow e teve a participação das bandas Hammurabi (MG) e Farscape (RJ).

Levando em consideração datas quase vizinhas de um show para o outro na cidade, e o fato de ser no dia antecedente ao desânimo habitual da segunda-feira, o público presente foi relativamente bom. Cabeludos, tatuados, carecas, jovens ou “quase coroas”, os que foram, definitivamente, não se arrependem. Foi uma noite baseada na essência mágica dos anos 1980. Além dos alemães, as bandas de abertura tinham muito daquela década em seus trabalhos – cada uma à sua proporção.

Voltando de uma turnê por SP, onde divulgaram seu último disco, Shelter of Blames, a banda Hammurabi apresentou seu Death/Thrash visceral e agressivo. Contando com Danilo Henrique e Josias Martins (guitarras), Daniel Lucas (baixo e vocal) e Crislei Rodrigo (bateria), os mineiros deram um aperitivo do que seria a temática da noite. Pequenas rodas começaram a se formar, mesmo com o público ainda chegando ao local. Trabalho de atitude, com excelente harmonia musical – inclusive solos de baixo muito bem executados por Daniel. O destaque fica por conta de Madness is to Live in This World, porrada com inferências oitentistas, e The End, na qual os músicos mostraram domínio sobre seus instrumentos.

A banda seguinte veio do Rio de Janeiro para surpreender a cidade berço do metal brasileiro. Tudo nos caras remetia a uma década que, paradoxalmente, cresce o número de fiéis seguidores. A começar pelos nomes. Léo Witchcaptor (voz e guitarra),Victor Whipstriker (baixo), Victor PoisonHell (guitarra) e Pedro Skullcrusher (bateria), provaram que é possível deixar uma platéia impressionada com algo não tão novo para muitos. Seu Thrash Metal old school causa a inevitável comparação com outra banda alemã de renome: Kreator. Sejam nas bases, solos e até mesmo vocal, tudo lembra Mille Petrozza e cia. na melhor fase da banda – o que já faz muito tempo, apesar de ainda serem bons. Era impossível deixar o corpo parado com o som dos cariocas. Thrash até o osso! Altamente recomendado para os fãs do estilo.

Hora dos headliners. Todos bramem o nome da banda. Tom Angelripper (baixo, vocal), Bernemann (guitarra) e Bobby (bateria) vieram saciar a fome de açoite dos mineiros. A escolhida para o pontapé inicial (literalmente) foi Blood on Your Lips, logo seguida de Outbreak of Evil – músicas que abrem último e primeiro álbuns de inéditas, respectivamente. A catarse coletiva entra em ação. A roda não pararia de girar até o fim, todos queriam expurgar seus demônios através da violência pacífica, exibir a testosterona no ritual sagrado do metal, algo que somente um headbanger pode conceber... o mosh que constrói e destrói. Tom, o membro fundador, o todo-poderoso da banda é, ao contrário do que muitos dizem, uma pessoa muito simpática. Antes de Napalm in the Morning, ele diz que o público brasileiro é o mais louco do mundo e que é um prazer voltar a Belo Horizonte. O ventilador logo abaixo do vocalista fazia sua cabeleira voar, exibindo um semblante quase profético, função que lhe caberia muito bem, levando em consideração a legião de fãs que possui.

Um power trio, no sentido lato da palavra. Músicos com habilidade incontestável, carreira consolidada e amor pelo que fazem. Bernemann é o mais carismático. Usando camisa do Slayer (humildade é para os fracos?), brincando e acenando o tempo todo, o competente guitarrista mostrou que merece o posto de maior rotatividade da banda – já se passaram sete felizardos antes dele. Bobby segura muito bem a onda com as baquetas. Apesar de não possuir a velocidade do baterista anterior, Chris Witchhunter, sua pegada também agrada aos ouvidos. Tocar Thrash Metal não requer virtuosismo, é muito mais uma questão de atitude. E isso o Sodom tem de sobra, não é atoa que se firmaram no primeiro escalão das grandes bandas mundiais no estilo.

Sodomy and Lust. Uma porrada, oriunda do EP Expurse of Sodomy, trabalho que influenciou muita gente e possuidor da melhor composição na trajetória do grupo: Tom, Blackfire e Witchunter. Quebradeira, tanto no palco como na platéia. Interessante é ver como cada um reage à sua maneira; desde os que estão na roda, como aqueles no cantinho, solitários e atenciosos, perpassando pelos casais de namorados, todos têm algo em comum: adrenalina a mil, instinto air guitar acionado e a cabeça querendo fugir do resto do corpo. Isso é Thrash, isso é Sodom. City of God e The Saw is the Law deixaram todos com sede, mas agora de líquido mesmo.

O repertório buscou músicas de todas as fases do grupo. A próxima potencializaria a torcicolo do dia seguinte: Blasphemer! Tradicionalmente rápida, tanto lírica quanto musicalmente, fica só o refrão para o público cantar. Logo após um clássico de outrora, uma música mais recente era executada. Foi assim com M-16 e Obssessed by Cruelty, esta última com sua costumeira intro soturna, que abre espaço à pancadaria. Tom e Bernemann estão em perfeita harmonia, tanto na execução das músicas quanto na postura de palco, brincando com o público em momentos alternados. Importante citar também o espaço preenchido pela cozinha durante os solos do guitarrista. Na última oportunidade em que estiveram na cidade, em 2005, essa falha foi perceptível em algumas músicas – fato não registrado desta vez. Várias vezes aparecia alguém da produção para filmar imagens do público. De acordo com Tom, eles lançarão um DVD em breve, com cenas da turnê atual.

Axis of Evil, também do último disco de inéditas e que leva o nome da banda, botou a roda para funcionar novamente. Isso foi um aperitivo para os petardos seguintes: a clássica Agent Orange aumentou os inevitáveis hematomas; Witching Metal foi oferecida por Tom ao baterista original e co-fundador, Witchhunter, falecido há alguns dias. Ausgebombt surge como homenagem às bandas punks que inevitavelmente influenciaram o som dos alemães. Antes de Among the Weirdcong, Tom brinca com o público, daquele jeito sacado de gritar e todos repetirem, à medida em que os intervalos diminuem, até parar com a enrolação. Desculpem, mas essa brincadeirinha já está batida. A música seguinte tem a homenagem irônica do vocalista ao presidente Bush: hora de honrar os heróis caídos com Remember the Fallen. Clássica, com riff pegajoso e letra contundente, o público viu o ingresso valer ali – como se já não estivesse pago. Parecia que a banda estava quitando uma dívida. No show de 2005 a guitarra falhou e, por mais da metade da música, só se ouvia baixo e bateria. Tudo certo, agora.

Banda sai, banda entra. Assim foi para o encore, tudo muito rapidinho. Todos pediam por várias músicas ainda não tocadas, uma delas era Iron Fist. Se queriam Motorhead, assim foi. Mas os caras surpreenderam e mandaram Ace of Spades, emendando com Bombenhagel. Logo depois, baquetas e paletas para quem tem sorte, a banda agradece e sai definitivamente do palco, deixando uma leve frustração em quem ficou, mas nada de grave. Apesar de algumas músicas terem faltado, como Nuclear Winter, quem foi teve a oportunidade de assistir a um dos representantes mais significativos da escola alemã de Thrash Metal, em excelente estado de conservação. Só isso já elimina qualquer sintoma de mal estar. A não ser torcicolo, hematomas e ressaca...

Set List – Hammurabi

Avatar

Madness is to Live in This World

Fools

Submersos

Urban Exodus

Shelter of Blames

The End

www.myspace.com/hammurabimetal

Set List – Farscape

Mercenary Love´s House

Under the Loudness

Thrash Until You Drop

Celebrate My Death

Killers on the Loose

Eletric Fist

Politicians (Exploited Cover)

Carrasco do Metal

Demon´s Massacre

Billy the Butcher

www.myspace.com/farscapekillers

Set List – SODOM

Blood on Your Lips

Outbreak of Evil

Napalm in the Morning

Sodomy and Lust

City of God

The Saw is The Law

Blasphemer

M-16

Obssessed By Cruelty

Axis of Evil

Agent Orange

Witching Metal

Augesbombt

Among the Weirdcong

Remember the Fallen

Ace of Spades

Bombenhagel

www.sodomized.info

Por: Oswaldo Diniz

Local: Lapa Multishow

Postado por Hammurabi às 22:01 horas
Domingo, 14 de setembro de 2008

Por Reynaldo Trombini

10 de setembro de 2008

Algumas bandas mostram claros sinais de evolução com o passar dos tempos, que acabam servindo para aprimorar não só a sonoridade proposta, mas também para ampliar a visão profissional e aumentar a chance de uma repercussão abrangente. Em Belo Horizonte, a banda Hammurabi assina o atestado de grande força na cena com o recente lançamento de “Shelter of Blames”.

A popularidade no ramo da música pesada mineira não é recente, a banda já conseguiu despejar todo seu chamativo Death Metal com o lançamento de seu primeiro registro há alguns anos. O EP “Submersos” (2005) era enxuto, com apenas duas faixas que rapidamente caíram nas graças da mídia e público. Antes mesmo desse novo trabalho, o currículo do grupo já continha apresentações ao lado de bons nomes como Krisiun, Unearthly e Total Death.

O desejo da banda era que toda a boa repercussão de seu primeiro registro pudesse aparecer também na divulgação do novo material. E não faltou capricho ao fim da produção de “Shelter of Blames”, tanto que o disco além de conter a participação de Fernando Lima (Drowned), ainda possui uma sessão multimídia com três clipes, biografia e excelente sessão de fotos.

Mas não foi apenas nisso que o quarteto formado por Daniel Lucas (baixo e vocal), Crislei Rodrigues (bateria), Danilo Henrique (guitarra) e Josias Martins (guitarra) se preocupou. O material possui quatro inéditas faixas bem trabalhadas, rumo a um Death Metal direto. Até então, nenhuma novidade!

“Avatar” tem em todos seus momentos amostras de bastante peso, bateria com pedais duplos e distorcidas guitarras para banger nenhuma botar defeito. A banda parece mesclar algumas de suas características com as influências de cada músico que compõe o quarteto. Sejamos breves ao citar tais influências, que flutua para o lado oitentista do Sepultura, com direito a arranjos “a lá” Morbid Angel. Apenas alguns curtos exemplos, pois muitas outras opções se encaixam como reais influências dos mineiros.

A segunda faixa merece todos os atributos da primeira canção, com um toque a mais de velocidade. “Fools” ainda mostra boas linhas vindas do vocalista Daniel Lucas, que soa um pouco mais rasgado se comparado com sua performance no primeiro EP. Nada a reclamar, o vocalista figura bem em todo o decorrer do material, ainda com boas passagens com seu baixo, que não se limita a apenas acompanhar todo o percurso e aparece firme em alguns momentos.

A terceira faixa leva o nome do disco, “Shelter of Blames”. E nada melhor que incluir na canção todos os elementos que ajudaram na produção do material. Riffs palhetados, momentos remetidos a brutalidade sonora, criativas variações instrumentais e ainda alguns solos. Talvez não seja a toa que a faixa é uma das que figura como vídeo clipe na sessão multimídia do disco. “The end is near” também tem seu registro em vídeo e conta com um atrativo a mais, trata-se da participação do vocalista Fernando Lima, da conhecida banda mineira Drowned.

Inegável que o dueto de vozes é interessante, mas a faixa é empolgante também no quesito instrumental. Bases arrastadas servem como tapete para bons solos, mas as guitarras também surpreendem com furiosos riffs durante a quarta faixa do material. De fato, uma boa canção e a escolha de uma sonoridade “suja”, direta e empolgante durante o percorrer de “Shelter of Blames”.

Uma boa notícia para aqueles que não tiveram a oportunidade de adquirir o primeiro registro do grupo, o EP “Submersos”. O novo disco volta no ano de 2005 e traz consigo as duas faixas que apresentaram o Hammurabi para o público: “Submersos” e “USA Terrorista”.

Com o lançamento de “Shelter of Blames” não faltam opções para que os bangers conheçam a fundo o trabalho do Hammurabi. Seja acompanhando os vídeos clipes inclusos no material, ou mesmo pelas faixas que trazem novidades e ainda relembram os primórdios. Vale à pena!

Hammurabi - Shelter of Blames (2008)

Avatar -

Fools -

Shelter of Blames -

The End is near -

Submersos -

USA Terrorista -

Postado por Hammurabi às 12:54 horas
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Comentários e Recados

jeans em 18/06/2009Flores da Cunha · RS

MUITOOOO BOOOM!

Popular em 02/06/2009São Paulo · SP

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Bolhão em 25/05/2009Guarujá · SP

Quantika no Garagem do Faustão!

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VOTA GALERA! Obrigado!!

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André Moura em 22/05/2009Itaquaquecetuba · SP

A BOMBA D' ÁGUA

Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede.

Eis que ele chegou a uma cabana velha por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.

Olhando ao redor, viu uma velha bomba de água, bem enferrujada.

Ele se arrastou até a bomba, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear, a bombear sem parar.

Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado, para trás.

E notou que ao seu lado havia uma velha garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia:

Meu Amigo, você precisa primeiro preparar a bomba derramando sobre ela toda água desta garrafa. Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir, para o próximo viajante. O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água.

De repente, ele se viu num dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, e ela não funcionasse morreria de sede.

Que fazer ? Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca, fria, ou beber a água da velha garrafa e desprezar a mensagem ?

Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... e a bomba e pôs-se a ranger e chiar sem fim.

E nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando.

Então, surgiu um fiozinho de água, depois, um pequeno fluxo e finalmente, a água jorrou com abundância.

Para alívio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina.

Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente.Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante. Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante.

Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota:

Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta. Várias lições preciosas podemos extrair desta estória ...

Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto pois este demandará um enorme investimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento ?

Quantos ficam parados satisfazendo-se com pequenos resultados, quando poderiam conquistar significativas vitórias ?

E você... ?? O que falta para despejar esta garrafa de água que você guarda e está prestes a beber e conseguir água fresca em abundância de uma nova fonte ???

>>>>>>>>>>> http://www.palcomp3.com.br/andrepassos

>>>>>>>>>>> http://bandasdegaragem.com.br/andremourapassos

NO MY SPACE http://myspace.com/andremourapassos

SUCESSO PARA TODOS NÓS

Gilmar Montana em 17/05/2009Curitiba · PR

OLA GALERA PARABENS PELO SON DE VOCES !!!ESTOU DIVULGANDO MINHA MUSICA RAJADAS DE FOGO É UMA POESIA QUE FALA SOBRE A GUERRA ENTRE TRAFICANTES E POLICIAIS UMA HOMENAGEM A OS IRMÃOS DO RIO DE JANEIRO ESPERO QUE VOCES POSSAM OUVIR ABRAÇO E MUITO SUCESSO!!!

www.palcomp3.com.br/gilmarmontana.

Dr. Marvin em 14/05/2009Curitiba · PR

Olá, gostaria de te convidar para conhecer meu trabalho e estar por dentro da agenda de shows acessando o link:

http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/drmarvin

Obrigado, Dr. Marvin.

CELO em 09/05/2009Ubiratã · PR

loko loko loko loko loko loko lokol loko............yeaaaahhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!

metal na veia o resto q se foda!

Grupo Kanoa em 09/05/2009Canoinhas · SC

Olá,

somos o Grupo Kanoa. Não temos o mesmo estilo musical, mas o nosso guitarrista, Renato, gostou muito do som de vocês!!!

Parabéns pelo destaque!

Abraços,

Grupo Kanoa

Elemento n2 em 09/05/2009Montanha · ES

aew curti o nosso tbm aew

temos 5 meses de banda

http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/ElementoN2/

Hammurabi em 24/04/2009Belo Horizonte · MG

Clique na imagem abaixo e confira:

A banda mineira Hammurabi lança nesta sexta-feira, com exclusividade, o videoclipe da música Shelter of Blames. A estreia do clipe acontece à partir das 16h15 no videochat Mondo Metal quando a banda será entrevistada e vai contar um pouco de sua trajetória desde a formação em 2004 até os dias de hoje.

O Hammurabi tem se destacado no cenário nacional com um thrash/death consistente e uma grande agenda de shows. Em 2008 a banda dividiu o palco com os alemães do Sodom em sua passagem pelo país.

Não perca o lançamento exclusivo do clipe Shelter of Blames!

Dia: sexta-feira, dia 24

Horário: 16h15, ao vivo

Link: www.mondometal.com.br/videochat

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