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Junkbox

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Junkbox

Independentes e Alternativos Shows que aliam a arte e suas diversas manifestações na construção de uma performance sonora, visual e sensorial. Acesse http://www.tramavirtual.com.br/junkbox E baixe o álbum Florais completo

leia o release completo

Blog

Segunda, 03 de novembro de 2008

ÁLBUM FLORAIS   O CONCEITO

Título: Florais

Performance: Junkbox
Produzido em 2004, Independente.
Tiragem: 3.000 cópias (1a. Edição)

"Um disco para ser ouvido em silêncio" - é a recomendação introdutória para avaliar Florais.

Gravado em rolo virgem, de 1 polegada, captação obrigatoriamente analógica, microfonização de instrumentos eletro-acústicos em ambiência e edição com desenho de som, foram os cuidados tomados para a produção deste disco. Independente por conceito. Rock, por transgressão aos valores adotados para a música de massa. Escrito em língua pátria, para ser claro.

Florais não é um disco com a preocupação de fazer um álbum de sucesso.

Ele é conceito: conceito independente, conceito alternativo, conceito humano, conceito interpretativo, conceito musical, conceito sonográfico.

Um álbum conceitual - um produto para a arte de vanguarda.

Faça downloads pela TramaVirtual

Faixas:

1. Deixa pra Lá 05:08

2. Chase (Duda Fonseca) 3:03

3. Sub 4:05

4. Jingle (Malu Aires, Duda Fonseca, Rafael Dinamarque e Jotta) 4:02

5. Florais de Bach 7:00

6. Filos 5:22

7. When They Kill us 4:03

8. Oração à piedade 3:50

9. Canção de Ninar 10:21

10. Retrato Perfeito 3:48

Letras de Malu Aires

Músicas de Malu Aires (exceto Chase e Jingle).

Intrumentos:

vocais, guitarra, gaita e piano (Malu Aires)

baixo (Rafael Dinamarque)

guitarra e violão (Duda Fonseca)

bateria (Jotta)

FLORAIS - ONDE ENCONTRAR?

JUNKBOX - FLORAIS (P) Independente, 2004

BELO HORIZONTE/MG

* Discomania

Rua Paraíba, 1378 / 117 - Savassi ++ fone: (31) 3227-6696

Rua Sergipe, 1141 ++ fone: (31) 3281-4612

* Bolsa do Disco

Av do Contorno, 6000 / 132 - Savassi ++ fone: (31) 3284-9164

* Acustica CD

Rua Fernandes Tourinho, 300 - Savassi ++ fone: (31) 3281-6720

* Trem Azul

Av. Álvares Cabral, 373 - Centro ++ fone: (31) 3222-7666

* Passárgada

Av. Augusto de Lima, 233 / 47 (Ed. Maleta) - Centro ++ fone: (31) 3213-7163

* Liverpool

Rua Alagoas, 1314 / 13B - Savassi ++ fone: (31) 3281-0069

* Bazar da Música

Rua Goitacazes, 897 - Centro ++ fone: (31) 3272-1999

* Livraria da Travessa

Av. Getúlio Vargas, 1405 - Savassi ++ fone: (31) 3223-8092

* CD Clube

Av. Amazonas, 471 / 04 - Centro ++ fone: (31) 3272-5579

* CD Plus

Rua Paraíba, 1399 - Savassi ++ fone: (31) 3287-8957

TIRADENTES/MG

* Almazem Discos

Rua Ministro Gabriel Passos, 182 - Centro ++ fone: (32) 3355-1130

OURO PRETO/MG

* Vinil CD's

Rua Getúlio Vargas, 90 - Rosário ++ fone: (31) 3551-5073

PORTO ALEGRE/RS

* Shark Discos

Av. Alberto Bins, 550 / 03 - Centro ++ fone: (51) 3286-0187

FLORIANÓPOLIS/SC

* CD Company

Rua Felipe Schimidt, 186 - Centro ++ fone: (48) 223-4924

PERUÍBE/SP

* A Casa do Rock

Praça Ambrósio Baldim - Centro ++ fone: (13) 3455-4571

INTERNET (Entrega para todo o Brasil)

SONHOS E SONS

A MÚSICA QUE VEM DE MINAS

APOIO

MERCOTAPE EMTEC CONTORNO AUDIO&VIDEO MOSAICO INSTRUMENTO DO SOM PONTO PRESS GRÁFICA ORION

Postado por Marco Antônio às 19:53 horas

Articuladora da cena indie


Jornal O Tempo - por Daniel Barbosa



Malu Aires deu voz às músicas que Marcus Vianna fez para a novela Global "O Clone", mas essa nunca foi sua praia. À frente de sua banda de indie rock, a Junkbox, ela vem batalhando para consolidar a cena musical independente, aglutinando bandas que até então mal tinham onde tocar. O BH Indie Music, festival que teve duas edições este ano, é um dos frutos desse esforço.

A quanto tempo você milita na cena independente em Belo Horizonte?

Olha, são dez anos com a Junkbox, que já surgiu com a proposta de trabalhar de forma avessa à que o mercado que existe propõe.

O que você fazia antes de criar a Junkbox?

Eu estava fazendo um trabalho solo, como intérprete, cantando na noite, mas não estava mais afim disso. Surgiu a proposta de montar um duo, que batizei Junkbox e que foi o embrião da banda. Mas antes mesmo de vir para Belo Horizonte, eu estava trabalhando com teatro em São Paulo. Cheguei aqui em 96 com a proposta de trabalhar numa produtora de eventos, mas foi uma coisa que não durou nem dois meses, porque é um negócio em que você não tem salário fixo. Voltei para São Paulo, mas só para pegar meu violão e retornar em definitivo para Belo Horizonte, pensando em dar início à carreira na música.

Mas você se envolveu com outros trabalhos de produção depois disso, certo?

Depois daquela fase que trabalhei com o Marcus Vianna, cantando as músicas que entraram na trilha sonora da novela "O Clone", resolvi investir na Junkbox e elaborei um projeto para gravação de CD que apresentei para a lei de incentivo. Ele foi aprovado e isso me reaproximou do trabalho de produção. Foi uma experiência bacana porque com o dinheiro que consegui captar, que não foi muito, a gente fez milagre. Outros artistas começaram a me procurar com essa demanda, de elaborar projetos para a Lei. O fato é que a música não me rendeu mais nada depois do "Clone", então parti para lidar com produção artística. Em 2004 comecei a trabalhar com a Companhia de Ópera Bufa, com alguns concertistas, como a Sílvia Klein e o Wagner Sander, e também com dança contemporânea. Em seguida fui convidada pelo Teatro Marília para cuidar da produção do projeto Improvisões.

Pelo que você pode observar com seu trabalho como artista e produtora, o que mudou na cena independente mineira ao longo dos últimos dez anos?

Posso parecer um pouco prepotente, mas acho que mudança mesmo foram de quatro meses para cá, com a realização do BH Indie Music. A cena existia, mas não era vista como algo profissional ou como um trabalho que pudesse ser rentável para os artistas ou para os contratantes. A gente via muitas bandas bacanas surgindo e tentando propostas mais ousadas em São Paulo, em Goiânia e até em Uberlândia, mas em Belo Horizonte nada acontecia. Agora a gente está trabalhando em conjunto com esses artistas e os grupos todos que conseguimos aglutinar para o BH Indie Music. Com isso, eles têm hoje palco para mostrar seu trabalho e têm público que aplaude e canta junto. Trabalhamos muito, mas acho que a gente ainda não conseguiu nem 10% do que é necessário para fazer a cena se firmar. De qualquer forma, o BH Indie Music tem funcionado como um filtro que mostra o tamanho e a diversidade da cena.

O que te motivou a criar o BH Indie Music?

Venho trabalhando com produção artística há tanto tempo para os outros que, de repente, pensei em fazer algo que desse algum retorno também para mim mesma, como artista. Me senti com tempo e capacidade para organizar o BH Indie Music e parti para a ação. Com isso, colaboro não apenas para garantir espaço para as bandas independentes em geral, mas, de um modo particular, para o meu próprio trabalho autoral. Claro que isso é algo que se expande. A segunda edição do BH Indie Music trouxe bandas de vários outros Estados do país, todas com a mesma queixa: a falta de espaços para se apresentar.

No total, considerando a primeira e a segunda edição do BH Indie Music, o que você conseguiu movimentar em termos de público, bandas e espaços para shows?

Na primeira edição promovemos 18 shows em dois dias, com bandas mineiras, todas alocadas no Matriz, que é um reduto tradicional da cena. Na segunda edição, com o portfólio da primeira em mãos para apresentar para outras casas noturnas, a gente conseguiu abrir espaços bacanas, em lugares como A Obra, onde tivemos 12 shows. Também conseguimos espaço na Minueto, abrimos o Estúdio B Music Bar e também o Studio Nafta, inaugurado há um mês. Foram pacerias que deram muito certo e que abrem a possibilidade de diálogo com outras casas de shows. Na primeira edição do BH Indie Music, chamamos o público para conhecer algumas bandas que se apresentariam num único espaço. Na segunda, fizemos o movimento contrário, levando as bandas para tocar para o público habitual de cada um dos espaços que ocupamos.

Qual a avaliação que você faz do que foi realizado até agora com o projeto?

As duas edições foram bem grudadas uma na outra, com apenas três meses de diferença, mas o resultado da primeira foi tão bacana que, logo quando acabou, mais de 110 bandas me procuraram propondo dar continuidade a essa história. Simplesmente não tive como não fazer a segunda edição. Agora dá para pensar numa próxima para 2009, algo grande, em setembro, possivelmente. Acho que o BH Indie Music pode, inclusive, servir de exemplo para outras cidades, para os lugares de onde algumas bandas que participaram vêm. Não é difícil, basta organização, responsabilidade e capacidade de articulação entre as partes envolvidas. O BH Indie Music dá um gás, uma energia e uma oxigenada para uma profissionalização mais rápida.

Essa cena ainda está muito longe de se tornar auto-sustentável?

O que posso dizer é que, por enquanto, 100% da pessoas que estiveram envolvidas com o BH Indie Music têm pelo menos mais uma atividade além da música. Ainda não existe dinheiro circulando no cenário da música independente em Belo Horizonte. Tem mais discos sendo produzidos, mas ainda é preciso ver como dar vazão a esse material no mercado, para ver se rola algum retorno. Mas pelo menos uma conquista já obtivemos: essas bandas já conseguem lugar para tocar na cidade. Conseguir se apresentar uma vez por semana com trabalho autoral já faz muita diferença.

E com relação à Junkbox, quais são os projetos atuais para o grupo? Já existe a intenção de gravar um próximo álbum?

Estou querendo entrar logo em estúdio para fazer um segundo disco, é uma coisa que está berrando em mim há anos, mas a realidade é que, por mais que eu esteja me aventurando pela produção artística, isso não paga os períodos de estúdio e a produção necessária para lançar um novo CD. Passar pelo vestibularzinho das leis de incentivo também é muito complicado. Eu, particularmente, já desisti, cansei de gastar dinheiro com projeto que não é aprovado. Estou tentando abrir esse mercado independente, para ver se dessa maneira dá para juntar uma grana e reverter isso em condições de a Junkbox lançar um segundo trabalho. O bom é que, com essa história, eu acabo cavando espaços e condições de a gente continuar se apresentando, o que é uma forma de se manter em atividade, pensando que dias melhores virão.

Postado por Marco Antônio às 18:37 horas
Sexta, 25 de janeiro de 2008

O TEMPO - Belo Horizonte, 20/janeiro/2008.

Show da banda Junkbox abre festival
Verão Arte Contemporânea começa com apresentação do espetáculo "Florais", hoje e amanhã, no Teatro Francisco Nunes
 Foto: Andrea Maia

DANIEL BARBOSA

Um disco para a posteridade - é assim que a cantora, compositora e guitarrista Malu Aires entende "Florais", primeiro e até então único álbum de seu grupo, o Junkbox. Lançado em 2004, ainda é sobre o repertório desse CD que ela se debruça nos shows que realiza hoje e amanhã, no Teatro Francisco Nunes, marcando a abertura do 2º Verão Arte Contemporânea, festival dedicado à interseção de linguagens artísticas, com foco em produções experimentais nas áreas de teatro, dança e música. Malu diz que já tem repertório pronto para gravar um novo CD, mas que ainda há o que explorar em Florais, o que justifica a opção por um repertório inteiramente focado nele.

"Temos colhido muitos bons frutos desde que esse disco foi lançado. Ele não tem um caráter comercial, é um produto independente que não foi feito com a idéia de entrar na programação das FMs ou de atingir grandes públicos. Primamos pelo cuidado, por fazer bem feito, sem a intenção de retorno imediato. Por essa razão, acho que é um trabalho que não envelhece, que pode ficar para o futuro", diz.

Malu destaca que o uso de projeções e o jogo cênico arquitetado contribuem para que o show seja dinâmico e mutável, o que faz com que soe novo mesmo para quem já assistiu. "Pensamos na apresentação como algo que vai ser visto e não apenas ouvido. Criamos para o espetáculo uma plástica própria que se deve, em grande parte, à projeção de imagens, mas que também passa pelo próprio conceito das músicas", afirma, ressalvando que, para a produção do espetáculo, pesou mais a inventividade do que os recursos financeiros. "Eu achava que as apresentações do Pink Floyd eram o máximo, mas hoje penso que, mesmo com pouco dinheiro, basta criatividade para se fazer um show bacana", destaca.

A cantora diz que recebeu com muito entusiasmo o convite para abrir a programação do 2º Verão Arte Contemporânea, tanto pela visibilidade que isso pode gerar para o grupo quanto pelo perfil do evento. "Tivemos um prazer enorme em sermos convidados porque, num festival como esse, nosso trabalho começa a se sentir em casa. A gente não faz música pop, então qual é o nicho em que a gente se encaixa? É justamente o que o Verão Arte Contemporânea propõe, quer dizer, essa oportunidade caiu como uma luva. Além disso, é um evento que reúne artistas de grande importância no Estado e poder fazer a abertura para esse pessoal é muito bacana", afirma.

No palco, Malu se apresenta acompanhada por Rafael Dinamarque (baixo) e Jotta (bateria) e conta, ainda, com o engenheiro de som Dudu Martins e com a iluminação de Henrique Machado.

AGENDA - Show quot;Florais", da banda Junkbox, hoje e amanhã, às 21h, no Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, no parque municipal). R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia, estendida a todos que comprarem os ingressos até as 18h).

Postado por Marco Antônio às 10:16 horas

Jornal O Estado de Minas -20 de janeiro de 2008

JUNKBOX  Canção para a alma 

por Ailton Magioli  

Foto: Andrea Maia
Malu Aires abre a programação do Verão Arte Contemporânea 

Do auge do comercial ao auge do ostracismo, a paulistana Malu Aires afirma que segue com a banda Junkbox pelo simples prazer de cantar a própria poesia. 

Autora e intérprete do repertório que apresenta na companhia dos músicos Rafael Dinamarque (baixo) e Jotta (bateria), a cantora e guitarrista é a atração de abertura do 2º Verão Arte Contemporânea, hoje e amanhã, no Teatro Francisco Nunes.

Ex-vocalista do Sagrado Coração da Terra, de Marcus Viana, em 2001 e 2002 ela permaneceu no ar por oito meses na Rede Globo, cantando os 15 temas de Viana para a trilha da novela O clone.

De lá para cá, Malu voltou a se dedicar à Junkbox, com shows em espaços alternativos da capital e de outras cidades. 

Se naquela época eu estivesse como compositora ou líder da banda, talvez pudesse colher mais frutos, avalia a intérprete. 

Além do belo timbre grave de voz, ela chamava a atenção pela cabeça raspada. 

Não temia a experiência, temia apenas o julgamento das pessoas, revela Malu, tranqüila.

Com dois Eps (2000 e XXI) e um CD (Florais) lançados, a banda Junkbox faz música que alia várias manifestações

midiáticas na construção de sua performance visual, sonora e sensorial.

No caso de Florais, de algo que possa curar as doenças da alma humana. 

Com respeito ao próximo, com compaixão e com flores, prescreve a própria Malu.

Radicada em Belo Horizonte há 12 anos, a cantora se sente feliz na capital mineira.

Hoje, não saberia viver em São Paulo, pois me sentiria uma cega em tiroteio, conclui.

Em breve, ela poderá voltar a investir na carreira solo graças a projeto desenvolvido ao lado do engenheiro de som Dudu Martins, que também integra a Junkbox. 

JUNKBOX Teatro Francisco Nunes, Avenida Afonso Pena, s/nº, Centro, Parque Municipal, (31) 3277-6325. Hoje e amanhã.

Postado por Marco Antônio às 10:15 horas
Sexta, 31 de agosto de 2007

FLORAIS - O SHOW





Não baseado no convencionalismo de shows de música, os projetos da Junkbox aliam a arte e suas diversas manifestações na construção de uma performance visual, sonora e sensorial.

Aos vocais, Malu Aires concede seu reconhecimento internacional como intérprete, em valor da música contemporânea - vanguardista em tendência e alternativa em nicho.

Junkbox é atemporal.

Adota a personificação do olho que observa o mundo e como ele é.

Em discurso autoral, Florais defende a originalidade midiática, a expressividade cênica e a multiformidade vocal da palavra escrita, em defesa de temas e conceitos humanistas, baseados na filosofia, na religião, nas artes plásticas e na sonografia.

Florais

Roteiro e Direção de Arte: Malu Aires

Performance para Junkbox.

Produção Independente, 2007.

Ficha Técnica: Malu Aires vocais e guitarra :: Rafael Dinamarque baixo :: Jotta bateria

Dudu Martins - sound designer

Henrique Machado - light designer

Malu Aires - edição de imagens e sonografia

Operação de Imagens - Tainá Oliveira

Direção Musical: Malu Aires

Foto de Divulgação: Marco Aurélio Prates

Postado por Marco Antônio às 22:17 horas
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Comentários e Recados

VamosNessa em 02/07/2009Campinas · SP

Rádio ONLINE - Gostariam de participar?

O site VamosNessa está iniciando um novo projeto para ampliar o seu canal de divulgação. Além de conteúdo visual, nós iremos implementar no site uma RÁDIO ONLINE.

O objetivo dessa rádio é auxiliar as bandas nacionais, principalmente as bandas independentes, na divulgação de seu trabalho, além de criar um formato diferenciado de divulgação das notícias, com pequenas inserções noticiárias pré-gravadas, tanto sobre as bandas e o cenário musical em geral quanto em relação a outros tipos de evento, tudo relacionado ao entretenimento.

Num primeiro momento, o conteúdo disponibilizado será basicamente formado pelas inserções de notícias e por músicas cedidas pelas próprias bandas. O projeto, a longo prazo, deverá ser ampliado com uma programação diferenciada e há a possibilidade de conteúdo ao vivo. A divulgação da rádio será feita através de nosso site (www.vamosnessa.com.br), e também via twitter.

Se sua banda estiver interessada em fazer parte desse projeto, entre em contato através do e-mail contato@vamosnessa.com.br, mostrando sua opinião e indicando músicas para fazerem parte do conteúdo.

Atenciosamente,

EquipeVamosNessa

http://www.vamosnessa.com.br

Banda Sinaii em 20/06/2009São Paulo · SP

Legal, gostei, parabens!!!

Que Deus esteja com vc

http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/bandasinaii

fik na paz

Jenilton

Cassini em 09/06/2009Belo Horizonte · MG

www.palcomp3.com/bandacircular01

e ae!!

bacana o som de vocês!

Grande Abraço!

Cassini

Circular 01

www.palcomp3.com/bandacircular01

Marco Antônio em 13/05/2009Belo Horizonte · MG

Entre aspas , diria em um depoimento sutil sobre a Malu Aires , que ela é a

manifestação do Universo como uma idéia complexa em si mesma , em oposição a

estar no interior ou no exterior do próprio e verdadeiro Ser, é ,

inerentemente , um nada conceitual , ou um Nada em relação a qualquer forma

abstrata de existência , de existir ou de ter existido perpetuamente , sem

estar sujeita às leis de fisicalidade , de movimento ou de idéias relativas

à antimatéria ou à falta de um Ser objetivo ou a um Nada subjetivo.

os trincando em 09/04/2009Belo Horizonte · MG

Bacana mesmo o som de vcs...

Bom de se ouvir na madrugada!!!

Continuem nessa caminhada independente.

Abraços,

Dinho

sossos em 06/04/2009São Paulo · SP

For anyone who is surprised by the content of the video retrato perfeito and claims made by Malu Aires, Junkbox, in relation to Andrew McKenzie (The Hafler Trio), Ms Aires, a repeat copyright infringer. Making such claims is a serious crime under international copyright legislation and her repeated stated untruths have triggered investigations by publishers and copyright authorities.

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