
Surf music mergulhada em delírios psicodélicos, encharcado das ondas do mar e do espaço mais profundo da nossa psique.
leia o release completo
Surf Me To The Moons Of Saturn Duração: 03:45
Tributo ao Album Branco dos Beatles Duração: 00:45
Show no CB Bar, festa TIKI TWIST- 31-07-... Duração: 03:44 ver mais vídeosBandas de rock instrumental ganham força no Brasil
Elis Martini
Especial para o Terra
Embora ainda pouco difundido entre o grande público, o rock instrumental é uma vertente que não pára de crescer e de conquistar novos adeptos a cada dia. Grupos como o paulista Surfadélica, o cearense Fossil e o pernambucano A Banda de Joseph Tourton vêm chamando a atenção e voltando olhares para esse gênero que não precisa de palavras para se expressar.
Carlos Nishimiya, guitarrista do trio de surf music instrumental Surfadélica (www.myspace.com/surfadelica), afirma que montou a banda pois já havia trabalhado com diversas formas de rock, exceto com surf music. "Além disso, várias composições que eu tinha não pareciam ter necessidade de vozes", afirma.
O Surfadélica lançou recentemente seu disco de estréia, Surfing on the Desertshore. "O resultado, eu penso, ficou muito bom. Nosso CD recebeu críticas extremamente positivas, especialmente do exterior", avalia Nishimiya. "O objetivo era expandir a idéia que as pessoas tinham de uma banda de surf music como algo com formato estabelecido, pouco criativo e sempre muito semelhante. Para isso incorporei influências de outras vertentes do rock, como o shoegaze, o rock progressivo, o grunge e o britpop", explica o músico.
Apesar da boa receptividade que sua banda vem recebendo, Nishimiya concorda com a idéia de que o rock instrumental possui uma aceitação mais difícil perante o grande público. "Como nunca tivemos pretensão de fazer sucesso popular, estamos satisfeitos com a resposta do nicho de público que pretendíamos atingir. Penso que fazemos uma música honesta, que reflete a nossa personalidade. Então, já estou feliz", conclui.
Gabriel Izidoro, guitarrista da Banda de Joseph Tourton (www.myspace.com/josephtourton), na ativa desde 2007, concorda que o sucesso é mais difícil para uma banda instrumental. "É mais difícil uma banda instrumental vingar, porque não são muitas as que surgem, boa parte não consegue formar um público e os lugares que abrem espaço pra esse tipo de música são raros", explica.
Izidoro afirma que sua banda adotou o rock instrumental de uma maneira não proposital. "A Banda de Joseph Tourton foi, por muito tempo, uma banda de improviso. Era basicamente se juntar pra fazer som, ninguém estava preocupado em fazer letras ou em arrumar um vocalista. Com o tempo, criamos uma afinidade maior pela música instrumental e começamos a compor pra tocar fora do estúdio, mas sem deixar o improviso de lado".
Mesmo achando que o rock instrumental é ainda visto por muitas pessoas como uma música difícil de se ouvir, Izidoro afirma que a resposta do público nos shows da Banda de Joseph Tourton vem sendo positiva. "Durante o show uma parte do público não está nem aí para a música e fica só dançando enquanto que a outra fica parada prestando atenção no show. Mas quando acabam as músicas todo mundo aplaude igual, é uma felicidade. E apesar da banda existir há pouco tempo, muita gente já veio nos parabenizar, pedir o site, CD, adesivo", comenta.
Para Vitor Colares, guitarrista da banda Fossil (www.myspace.com/fossilsoundtrack), que recentemente lançou seu primeiro disco, Insônia - La Movimentacion Musicale Intermezzo Minimal, a música instrumental é mais subjetiva do que a com vocais. "É algo complicado de explicar. O diferencial é que quem faz música instrumental acaba por deixar o ouvinte livre pra visualizar algo mais peculiar e subjetivo", explica. "É tudo uma questão de mensagem. A música instrumental é mais sensorial do que sentimental, eu acho".
Eric Barbosa, guitarrista e colega de banda de Colares, é da mesma opinião. "O grande lance da música instrumental é permitir que o ouvinte absorva e contemple de certa forma as diversas sensações que a música te passa na hora, permitindo que quem escute crie sua própria interpretação daquilo que se ouve e propõe", explica Barbosa.
Sobre a crescente valorização do rock instrumental, Colares acredita que a aproximação do gênero com a música eletrônica possa ter servido de incentivo. "Com o flerte cada vez maior do rock com a música eletrônica, desde a mais agitada possível até coisas muito lounge, a ausência de vocais nesse tipo de música se mostrou diferente daquela coisa matemática e, na maioria das vezes, muito certinha da música clássica, que com certeza fazia o rock torcer o nariz", afirma o guitarrista.
"Vale ressaltar que isso é muito gradual. David Bowie, quando disse que não ia fazer mais rock, em 1976, já começou a diminuir o tamanho de suas letras de forma notável, tornando clara a intenção de arranjos instrumentais. Hoje temos tanta coisa flertando com tanta coisa, que fica difícil saber o que é rock e o que não é", completa.
Independente das influências ou conexões, o fato é que cada vez mais jovens vêm se interessando pela sonoridade do rock instrumental, que ficou famoso durante os anos 60 com grupos como The Ventures e The Shadows e que promete ainda cativar muitos adeptos.
Postado por lourdes mk às 17:56 horas
Tributo ao Album Branco dos beatles
Artistas brasileiros celebram 40 anos do 'Álbum branco' em disco-tributo
Quem também acerta a mão são os trios Surfadelica e Pato Fu. Influenciado pelas bandas de surf music das antigas, como os Ventures e os Shadows, o primeiro faz uma versão pesada e com o pé no psicodelismo para “Why don’t we do it in the road?”, mesmo com o vocal hesitante. Já Fernanda Takai e companhia capricham nas bases eletrônicas e programações em “Birthday”, abrindo o disco dois.
http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL761323-7085,00-ARTISTAS+BRASILEIROS+CELEBRAM+ANOS+DO+ALBUM+BRANCO+EM+DISCOTRIBUTO.html
Postado por lourdes mk às 16:07 horasREVISTA TRIP
Ondas Turbinadas
“... o trio mostrou seu poder de fogo na coletânea Brazilian Surf A-Go-Go, lançada no ano passado pelo selo português Groovie Records. Agora surgem com o primeiro álbum, Surfing On The Desertshore, em que dropam na lisergia pra valer. Afinal, quanto mais forte a tempestade, maiores as ondas!”
Carlos Messias (revista Trip, Junho de 2008, nº167).
Postado por lourdes mk às 19:03 horasRewiew do CD por Marcelo Costa
http://revoluttion.blig.ig.com.br/2008/24/500-toques-falcatrua-surfadelica-e-wander-wildner.html
"Surfing On The Desertshore", Surfadelica (Pisces Records)
Partindo da fusão do surf com a psicodelia, o competente trio paulista amplia a sonoridade característica do gênero nesta estréia que reúne onze boas canções próprias (é louvável o fato da banda não se ater a regravações, expediente pra lá de batido). As guitarras a la Ventures marcam canções como "Questionable Navigation" e "Freakin' Out Surfin' In" enquanto a climática "Levitation" (com um q de pós punk na introdução), o rockão "Roswell" e a bela "Quasimoto" exibem a personalidade do trio.
Preço: R$ 17 (no site oficial, frete incluso)
Nota: 8
Postado por lourdes mk às 13:35 horasResenha no COQUETEL MOLOTOV
http://www.coquetelmolotov.com.br/pt/resenhas.php?cod=52
Fazer rock no Brasil é missão ingrata. Por sorte, existem alguns abnegados que continuam desafiando o "bom-senso" e abrem novas trilhas. O trio Surfadelica é um deles. Com 18 meses de vida - começaram em novembro de 2006 - o grupo lançou este mês o primeiro CD pela Pisces Records, Surfing On The Desertshore. O mais incrível é a proposta do trio formado por guitarrista Carlos Nishimiya (guitarra), JC Goes Rock (bateria) e Mauricio Guedesson (baixo): surf-music instrumental com influências de grunge, shoegazer e psicodelismo.
"O disco vem recebendo elogios de críticos no exterior e o Surfadelica continua cheio de gás para novos projetos e espera surfar muito mais em breve"
O grupo vem acumulando excelente repertório e tomou a decisão de se apresentar apenas quando tivessem um bom número de músicas. Após participarem da coletânea Brazilian Surf A-Go-Go, The Attack Of the Tiki Waves Vol.1 , projeto organizado por Gabriel, dos Autoramas, e lançado apenas em Portugal, o grupo começou a trabalhar em um CD próprio. O resultado é excelente.
Com produção de Carlos Nishimiya e tendo em Sandro Garcia (Continental Combo) um dedicado engenheiro de som, a banda mostra suas armas. Carlos mostra-se afiado como guitarrista e compositor, abusando das mais incomuns texturas de suas guitarras. JC e Mauricio formam uma "cozinha" segura e criativa e que ambientam perfeitamente as canções.
O disco abre com a soturna "Surf Me To The Moons Of Saturn", que mais parece uma música dos antigos filmes dos anos 50. Não seria loucura imaginá-la num disco dos Cramps. Ela já havia sido gravada em dezembro de 2006 para uma coletânea do selo inglês Cordelia Records, mas ganhou um novo arranjo. "Freakin' Out Surfin' In" tem uma guitarra pesada na abertura, muita distorção, com alguns momentos mais lentos. A terceira faixa, "Flowing Through The Purple Sea" é um dos momentos mais bonitos do CD; minha favorita, no entanto, é Roswell, quarta faixa, uma faixa muito bem trabalhada e com grandes variações, ótima para se dançar, por exemplo. Igualmente boas são "Quasimoto", "Nobody's Fault" e delicada "View From The Plateau".
O disco vem recebendo elogios de críticos no exterior e o Surfadelica continua cheio de gás para novos projetos e espera surfar muito mais em breve. Um dos grandes lançamentos do rock brasileiro em 2008.Para se adquirir o disco e saber mais da banda, basta ir ao site do grupo, http://www.surfadelica.com ou ver a página deles no myspace (http://www.myspace.com/surfadelica).
Postado por lourdes mk às 08:04 horas
Instrorama a go-go
http://instrorama.blogspot.com/2008/07/desde-brasilsurfadelica.html
Desde Brasil...Surfadelica!! Llega a nuestras manos el debut del trío Surfadelica bajo el título "Surfing on the desertshore" (Pises Records, 2008), once canciones originales compuestas por el guitarrista Carlos Nishimiya, (anteriormente al frente de Los Tornados, con los que grabó el single "Gipsy surfer" que podéis encontrar en el recopilatorio "Brazilian Surf A-Go-Go", pero en activo desde mediados de los ochenta en bandas cercanas al hard rock, la psicodelia o el rock progresivo).
Todo ese bagaje, aunque camuflado por los sonidos reverberados, aflora en determinados momentos a lo largo del álbum, sobretodo en las estructuras rítmicas.
Pero no os dejéis engañar, esta personalización del sonido solo implica que "Surfing in the dessertshore" se convierta en un disco instrumental tan bueno como inusual. Incluye un buen puñado de composiciones magníficas, que ya desde su título te trasportan a civilizaciones olvidadas o planetas perdidos.
Se hace inevitable mencionar influencias literarias o cinematográficas con cortes que producen la misma sensación de majestuosidad o melancolía que emanaba el leer los relatos de Ray Bradbury en sus "Crónicas marcianas".
Me rindo ante la evidencia de temas como el incuestionable "Surf me to the moons of Saturn", la gran melodía de "Flowing through the Purple Sea", el riff épico de "Freakin’ out Surfin’ in", la genialidad de "Questionable navigation", el contrapunto de dulzura y oscuridad que desprende "Quasimoto", las reminiscencias orientales de "Levitation" o la calidad que rezuma "View from the plateau".
Lo tengo claro, hoy sería el disco que me llevaría para recorrer las carreteras que se extienden sobre los mares secos de Marte.
Por Diego R.J., desde El Sótano.
Postado por lourdes mk às 16:43 horasQuantika no Garagem do Faustão!
SÓ LEMBRANÇAS
http://domingaodofaustao.globo.com/Domingao/Garagemdofaustao/0,,16989-p-V1027892,00.html
AURORA BOREAL
http://domingaodofaustao.globo.com/Domingao/Garagemdofaustao/0,,16989-p-V1023167,00.html
VOTA GALERA! Obrigado!!
http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual
Como Vai Tudo Bom?
meu Nome é Fernando Caraça produtor cultural do site Chave do Som, estou a procura de bandas Paulistas para um documentário em vídeo que ira acompanhar a revista Chave do som nº 3, as gravações irão acontecer Aqui em São Paulo, caso haja vontade de participar entrar em contato
e-mail: turborocksp@chavedosom.net
MSN: chavedosom@hotmail.com
até mais e obrigado.
Fernando Caraça
Passei aki pra prestigiar seu trabalho, e curti bastante seu som!
Gostaria da sua ajuda me add nos seus favoritos, pois dia 24 de janeiro estarei em destaque no palco mp3 e graças a Deus já estou em 2 lugar Pop do Brasil.
Conto com sua ajuda!
Mto obrigado
Sucesso!!!
Ops!
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The Mermen, Shadowy Men On A Shadowy Planet, Los Straitjackets, Bevis Frond, Dinossaur Jr, The Shadows, Electric Prunes, 13th Floor Elevators, etc